O juiz da 16ª Zona Eleitoral da Paraíba, Cláudio Pinto Lopes, julgou improcedente a terceira Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), movida contra o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União Brasil). A decisão foi publicada pela Justiça Eleitoral nesta sexta-feira (14), rejeitando a tese da acusação, que alegava que Bruno teria utilizado o poder financeiro, econômico e político para criar um suposto “Gabinete do Ódio” para disseminar fake news contra adversários.
Na decisão, o magistrado contesta a versão apresentada pelo candidato Johny Bezerra (PSB) e detalha que não há provas robustas de que os servidores públicos do município tenham sido utilizados para ações de ataque contra opositores.
“A suposta formação do ‘Gabinete do Ódio’ deveria ter sido comprovada por meio documental, com individualização de condutas e demonstração de retorno financeiro ou favorecimento, o que não foi apresentado”, julgou Cláudio Pinto.
A justiça paraibana já havia rejeitado outras duas AIJE’s contra o prefeito da Rainha da Borborema. A primeira apontava abuso de poder político e econômico por meio de contratações de servidores durante o período eleitoral. A segunda envolvia uma suposta distribuição irregular de panfletos de campanha.
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