Aproximadamente um ano preso em presídios de Brasília, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu foi autorizado a cumprir pena domiciliar por sua condenação no julgamento do mensalão. A autorização, dada na semana passada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) foi confirmada nesta terça-feira (4) pela Vara de Execuções Penais de Brasília.
Dirceu foi condenado a sete anos e 11 meses de prisão pelo crime de corrupção ativa e já cumpriu quase um ano de prisão. A princípio ele poderia progredir do regime semiaberto para aberto apenas em março do ano que vem. No entanto, o ex-chefe da Casa Civil conseguiu descontar 142 dias do tempo de prisão até o momento após cursos e leituras na prisão. Por isso conseguiu deixar a prisão nesta terça-feira.
O ex-ministro chefe da Casa Civil deixou o Centro de Progressão Penitenciária de Brasília aproximadamente às 7h30 e seguiu para o escritório de advocacia, onde trabalha no centro da capital federal. Dirceu chegou para a audiência de instrução de progressão de regime na Vara de Execuções Penais de Brasília por volta das 13h30, sob a escolta de um advogado e um segurança. Dirceu até tentou, mas não conseguiu despistar a imprensa.
Aos gritos de “ladrão”, Dirceu chega para audiência sobre regime aberto
Ao chegar ao Fórum do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF), Dirceu foi hostilizado por populares e funcionários do próprio fórum, chamado de “ladrão”, “corrupto”, entre outros xingamentos. Alguns populares disseram até que este é “um momento vergonhoso da Justiça brasileira”. Dirceu ficou visivelmente consternado com o tom hostil dos populares.
Ele deixou o fórum por volta das 16h30 e tentou evitar os jornalistas. Dirceu quase brigou com humoristas que tentavam fazer uma reportagem sobre o ex-ministro-chefe da Casa Civil e, mesmo por meio de interlocutores, evitou comentar se ainda voltaria ao trabalho ou se iria direto para casa.
Pela Lei de Execuções Penais, Dirceu terá de permanecer em Brasília como residência fixa e terá algumas limitações. Mesmo dormindo em casa, ele não poderá receber visitas, nem manter contato com outros condenados pela Justiça. O ex-ministro também não pode ser flagrado ingerindo bebida alcoólica ou portando armas de fogo, está proibido de ficar fora de casa entre 21h e 5h e terá de se apresentar frequentemente ao juiz de execuções penais.
IG
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