O deputado estadual João Gonçalves (PSB) afirmou ontem (16) que o governador João Azevêdo (PSB) vai manter o apoio à reeleição do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, apesar de pedidos de alguns integrantes da sigla para reavaliar a aliança com o gestor, como o secretário estadual de Administração, Tibério Limeira. Gonçalves, se une ao discurso recente do também deputado estadual socialista deputado estadual Hervázio Bezerra, que é pai do vice-prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSB), minimizou as especulações de um possível rompimento com o entre o PSB e o PP do prefeito da Capital Cícero Lucena.
“Prefiro ficar com a palavra do governador, porque jamais vi palavra de recuou do governador João Azevêdo. Queixas contra Cícero vão ser dissipadas no momento oportuno. O PSB é um partido democrático. Tibério dá as suas declarações, mas a evidência cabal é que o PSB está e andará com Cícero. Eu sou do PSB e não fui ouvido, mas nem precisa. Eu tenho declarado meu apoio inconteste, junto com João Azevêdo, pelo trabalho e por tudo que ele tem feito por João Pessoa. Tibério tem o livre arbítrio de dizer o que bem entender, porém João já determinou o apoio a Cícero”, disse João Gonçalves.
Na última terça-feira (14), o secretário Tibério ressaltou que é importante ter calma e debater cuidadosamente o assunto, a fim de tomar uma decisão bem pensada que não prejudique a legenda. “Defendo esse debate e que possamos tomar nossa decisão ouvindo o governador. Hoje não existe uma decisão sobre candidatura própria ou a manutenção da aliança, não precisamos decidir ainda este ano, poderia acontecer no início do próximo ano”, disse Tibério em entrevista à TV Arapuan.
Hervázio minimiza atrito com o Cícero – Hervázio lembrou que a “última palavra” é do governador João Azevêdo (PSB), em referência ao desejo do gestor da manutenção da aliança PSB/PP com Leo Bezerra sendo novamente indicado para disputar a PMJP como vice na chapa de Cícero nas eleições do ano que vem.
“A primeira palavra é do governador João Azevêdo e a última também. A primeira ele já deu, e a última só quando nós tivermos o período das convenções ano que vem após o mês de julho. Então nada impede que o PSB faça e promova algumas reuniões com partidos de esquerda, partidos aliados e o que me consta é que o PT é um partido aliado, então não vejo anormalidade neste sentido. Não consigo fazer leitura de um outro contexto: dois partidos de esquerda que se reúnem traçando unidade e metas para a próxima campanha”, disse em entrevista à imprensa paraibana.
Redação
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