João Oxford veio ao mundo em 24 de dezembro de 1166, no local que conhecemos como Inglaterra.  Morreu em 1216. Mas, da sua acunha “João Sem-Terra”, até ser rei da Inglaterra, cabe ao leitor, caso deseje, pesquisar.

 Agora, dados históricos no ar das borboletas não vivas, vou me reportar a outro João. Um “desses” lá e da minha Paraíba. Trata-se do governador do Estado, Azevêdo, que “patinho feio” no pleito passado, conseguiu abater um “Barão de Araruna” e aquela figurinha refugo “Cartaxo”.

E nas linhas, vindas e idas do tempo, não busco desqualificar os “nanicos” daquele pleito, nem mesmo José Maranhão e Lucélio Cartaxo. Eram grandes antagonistas ao “João Sem-Terra”. Um ser acadêmico e técnico, que, falavam, na época, não possuir o timbre para a administração pública.

Senso crítico tenho eu, ou não, pelo menos não busco a “grita dos maldizentes”. Azevêdo, com ou sem terra, mostra nos seus poucos meses de governo uma flexibilidade de diálogo infinitamente maior que seu antecessor Ricardo Coutinho que, embora “ranzinza”, fez boa administração na “gerência” da Paraíba até 2018.
 Para não ficar discurso “chapa branca”, pois não tenho tal “afeito”, Azevêdo vem demonstrando um bom diálogo com o Legislativo federal e estadual. Trouxe, em belas costuras de moça prendada, verbas vindas de Brasília para a combalida Paraíba, colocou na estratosfera concurso público para a Educação e por aí vai.

Sem lamber os beiços com o melaço que tanto buscam alguns colegas, falo sem lenço nem documento que esse governador está me surpreendendo. Só criaturas que buscam e tentam a estratégia de Stalin da “terra arrasada”, vêm-se que há algo bom no ar, tipo o merchandising talvez criado por ti ou por mim. 

O bacana é que nós concordarmos ou discordamos! “Et Vive la différence!” Notre-Dame está em nós. Sejas católico ou não!!!

Eliabe Castor

PB Agora


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