Não é todo governante que tem coragem de dar passos concretos na valorização do funcionalismo público. João Azevêdo, professor de carreira e servidor público, sabe melhor do que muitos a importância de reconhecer o trabalho de quem dedica sua vida a serviço da população.
Nesta segunda-feira (02), os servidores paraibanos, de efetivos a comissionados, de aposentados a pensionistas, receberam uma notícia que provocou sorrisos genuínos: o reajuste salarial linear de 10%, que representa não apenas um ganho real, mas também um reconhecimento histórico.
Para muitos, o “faz-me-rir” do funcionalismo sempre foi associado a valores irrisórios ou reajustes tímidos. Mas agora, a realidade mudou. O aumento anunciado por Azevêdo vai muito além de um simples acréscimo no contracheque; é uma demonstração de compromisso com a educação, a segurança, a saúde e todas as áreas essenciais do Estado. O governador não apenas supera a inflação, como também garante que professores e servidores em geral recebam o devido reconhecimento pelo seu esforço diário.
Além do reajuste, a reestruturação das carreiras mostra uma visão de longo prazo, assegurando progressão justa e equiparação histórica de salários em diversas categorias. É um momento que comprova que políticas públicas bem planejadas podem valorizar o servidor e, ao mesmo tempo, manter a responsabilidade fiscal.
João Azevêdo prova que governar é também investir em quem faz a máquina pública funcionar. E, ao colocar o servidor no centro de suas prioridades, constrói um legado que ficará marcado na história da Paraíba.
EM TEMPO
Apesar da ‘boa nova’ , alguns, muitas vezes, preferem deixar de reconhecer avanços concretos e focar apenas em críticas. Questiona-se o fato de o reajuste de 10% ter sido concedido em ano eleitoral, mas o aspecto mais relevante é que a medida beneficia diretamente a população.
Independentemente do calendário político, o reajuste representa ganho real para quem mais precisa, ajudando a recompor perdas acumuladas e a melhorar as condições de vida de milhares de famílias. Quando o resultado é positivo para o cidadão, a discussão não deveria se limitar ao momento em que a decisão foi tomada, mas sim ao impacto social que ela gera.
Medidas que ampliam renda, fortalecem o poder de compra e garantem mais dignidade à população não perdem seu valor por causa do contexto político. O que importa, no fim das contas, é que o benefício chega a quem precisa e cumpre sua função social.








