O ex-governador e candidato ao Senado Federal, João Azevêdo, explicou – durante sabatina na rádio Arapuan FM – nesta quarta-feira (19) por que a definição do candidato a vice-governador demorou a ser anunciada pela base governista. Segundo ele, o processo envolveu a apresentação de nomes pelos partidos aliados, mas a decisão final sempre esteve nas mãos do governador Lucas Ribeiro.
“É evidentemente que quem conduz e conduziu esse processo é o governador. Nós estamos na base com os partidos aliados, participando de reuniões, opinando, apresentando cada partido nomes que nós colocamos para ter a possibilidade de estar na condição de vice, mas a decisão final cabe ao governador”, afirmou.
João disse que a escolha precisava levar em consideração, principalmente, a relação que seria construída entre o governador e o futuro vice durante os quatro anos de mandato.
“Será com ele que o vice irá conviver quatro anos”, destacou.
O ex-governador também lembrou a própria experiência com Lucas Ribeiro, que ocupou a vice-governadoria durante sua gestão, e afirmou que espera que o atual governador tenha uma relação igualmente tranquila com o nome escolhido.
João citou ainda a ex-vice-governadora Lígia Feliciano como outro nome que considera preparado para a função, destacando a relação que manteve com ela durante os quatro anos em que esteve no cargo.
Nomes do PSB
Questionado sobre a participação do PSB na discussão e sobre o nome da tenente-coronel Viviane, João explicou que ela foi apenas uma das opções apresentadas pelo partido.
“Não só o nome dela, mas outros nomes do PSB que nós colocamos na mesa. Cada partido teve a oportunidade de colocar na mesa os nomes que, evidentemente, a gente achava, naquele momento, que poderiam estar na condição de vice”, afirmou.
Segundo João, além de Viviane, o nome de Jailma também chegou a ser colocado nas discussões.
Ele reforçou que as conversas ocorreram em diferentes momentos e que os partidos aliados tiveram espaço para apresentar suas opções, mas a palavra final permaneceu com Lucas Ribeiro.
“Essa discussão aconteceu em vários momentos de reuniões internas, mas cabia sempre, e a gente entendia isso, ao governador Lucas fazer a sua própria opção e escolha”, concluiu.
Redação
