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Janduhy lamenta arquivamento da “CPI do Futebol” e cobra tratamento equânime

O deputado estadual Janduhy Carneiro, hoje filiado ao partido ‘Podemos’ na Paraíba, disse, nesta quinta-feira (16), que foi pego de surpresa com a informação sobre o arquivamento da CPI do Futebol, de sua autoria, pela Mesa Diretora da Assembleia Legislativa da Paraíba e decidiu cobrar tratamento igualitário paras as bancadas, de situação e de oposição, na Casa.

O parlamentar lembra que quando apresentou o pedido de instalação da Comissão, todos os requisitos haviam sido preenchidos, desde o fato determinante até o número de assinaturas necessário para abertura.

“Nós tínhamos já apresentado a CPI, colhido as assinaturas e eu recebi com surpresa essa informação sobre o arquivamento, porque todos os elementos que preenchiam os requisitos para a instalação da CPI foram obedecidos. Mas eu respeito o entendimento da direção da Casa, mas também peço que se respeite pelo menos o regimento. O tratamento que deve ser dado a um parlamentar da bancada da oposição, é o mesmo que deve dispensado a um deputado da bancada do governo. A minha preocupação é que o regimento não seja cumprido e só se instaurem as CPIs de acordo com determinados interesses”, disse.

Carneiro reforça a necessidade de os 36 deputados da Casa serem tratados de forma equânime para que o parlamento não seja desacreditado.

“Eu prego nessa Casa a equidade, o tratamento equânime. Não pode haver um tratamento diferente entre bancada de governo e oposição. Temos que ser tratados de forma digna, respeitosa, sobretudo que se cumpra o regimento”, arrematou.

O pedido de CPI do Futebol foi apresentado pelo deputado Janduhy Carneiro ainda em 2015. Ele levantou suspeitas sobre a ligação da arbitragem com Federação Paraibana de Futebol para negociar resultados dos jogos do Campeonato Paraibano.

“A FPF é quem designa a comissão de arbitragem e eu entendo que a responsabilidade do que vem ocorrendo é conjunta, porque a comissão é quem indica os árbitros que vão arbitrar essas partidas e quem designa a comissão de arbitragem é a FPF”, disse.

Jandujy queria investigar a “máfia do apito” devido ao arsenal de denúncias que estavam sendo feitas, desde o ano de 2011, acerca do tema.


PB Agora

 

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