Foto: Reprodução/CNN
O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta quinta-feira (13) que acompanha, desde o início da manhã, a operação contra supostos desvios em emendas parlamentares destinadas pelo deputado Afonso Motta (PDT-RS) a um hospital no Rio Grande do Sul.
“Com tranquilidade vou acompanhar. Os órgãos da Casa já estão acompanhando para garantir que tudo seja conduzido da forma mais correta possível. Eu devo me reunir com ele até o final do dia”, disse o presidente da Câmara.
Relator da operação, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou buscas em endereços do chefe de gabinete de Afonso Motta, Lino Furtado – e o afastamento dele do cargo.
O gabinete informou ao g1, no início da tarde, que o funcionário já tinha sido oficialmente afastado.
Afonso Motta é citado no inquérito, mas não foi alvo dos mandados desta quinta. A PF ainda investiga se ele tinha conhecimento ou participação no suposto esquema.
Afonso Motta viajou ao Rio Grande do Sul na quarta-feira (12). Depois da operação, ele está retornando a Brasília. Em nota, ele se disse “surpreendido” pela ação da PF.
“O deputado Afonso Motta sustenta que nem ele nem o gabinete foram alvos da operação da PF. O parlamentar afirma que foi surpreendido e que está buscando acesso aos autos, para entender o que é investigado e se posicionar”, diz o parlamentar.
G1
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