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Hugo mantém votação de PL Antifacção mesmo com crítica de Lula

Foto: Marina Ramos / Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), garantiu em entrevista,  que está mantida a votação do PL Antifacção nesta terça-feira (18).

A última versão do texto do relator Guilherme Derrite (PP-SP) ainda enfrenta resistência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação à diminuição dos recursos destinados à Polícia Federal.

Hugo afirmou que o texto ainda está sendo trabalhado pelo relator, para chegar ao plenário da Casa Legislativa com o máximo de consensos no combate à criminalidade.

A quarta versão apresentada pelo relator retira, segundo cálculos feitos pelo governo federal, R$ 27 milhões de recursos da Polícia Federal, além de R$ 300 milhões de fundos de segurança pública e de combate às drogas.

Neste final de semana, o relator se debruçou sobre o texto e deve apresentá-lo a líderes partidários neste terça-feira (18/11). Ainda assim, siglas de direita devem apresentar destaques.

Um deles é o que agiliza o bloqueio de bens de integrantes de facções criminosas, proposta do presidente da frente parlamentar da segurança, Alberto Fraga (PL-DF).

Nos bastidores, o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), sinalizou que pretende escalar um relator ainda nesta semana para que o texto seja votado neste ano na Casa Legislativa.

Hugo mantém votação de PL Antifacção mesmo com crítica de Lula

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), garantiu em entrevista,  que está mantida a votação do PL Antifacção nesta terça-feira (18).

A última versão do texto do relator Guilherme Derrite (PP-SP) ainda enfrenta resistência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação à diminuição dos recursos destinados à Polícia Federal.

Hugo afirmou que o texto ainda está sendo trabalhado pelo relator, para chegar ao plenário da Casa Legislativa com o máximo de consensos no combate à criminalidade.

A quarta versão apresentada pelo relator retira, segundo cálculos feitos pelo governo federal, R$ 27 milhões de recursos da Polícia Federal, além de R$ 300 milhões de fundos de segurança pública e de combate às drogas.

Neste final de semana, o relator se debruçou sobre o texto e deve apresentá-lo a líderes partidários neste terça-feira (18/11). Ainda assim, siglas de direita devem apresentar destaques.

Um deles é o que agiliza o bloqueio de bens de integrantes de facções criminosas, proposta do presidente da frente parlamentar da segurança, Alberto Fraga (PL-DF).

Nos bastidores, o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), sinalizou que pretende escalar um relator ainda nesta semana para que o texto seja votado neste ano na Casa Legislativa.

Com CNN

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