A Câmara dos Deputados concluiu na última (28) a redação final de alguns temas da reforma política. Como o texto sofreu modificações, ele volta para o Senado, onde precisa ser aprovado em dois turnos. Para o advogado Harrison Targino, especialista em Direito Eleitoral, as propostas discutidas passam longe dos anseios da sociedade brasileira.
Segundo Harrison Targino, as propostas discutidas passam longe de pontos essenciais e restringem- se a temas de direto interesse dos atuais parlamentares, como a derrotada tentativa de implantar o Distritão e favorecer os atuais deputados. “O melhor seria ter esperado e pautar as discussões para 2020, já que, por conta do artigo 16 da Constituição, que estabelece a anualidade eleitoral, as mudanças devem ser aprovadas até um ano antes da eleição”, comentou.
Para Targino, o que restou foi a possibilidade de aprovação do Fundo de Financiamento de Campanhas e, talvez ainda dê para votar o fim das coligações para as eleições de 2020 e a cláusula de barreira, que também não terá efeitos nas eleições do próximo ano.
Redação








