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Governador inicia construção de travessia provisória na PB-034 entre Alhandra e Cupissura

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O governador da Paraíba, João Azêvedo, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB), anunciou que deve iniciar até o final deste mês a construção de uma travessia provisória sobre o rio Papocas, na PB-034, ligando os municípios de Alhandra e o distrito de Cupissura, em Caaporã. A intervenção visa permitir o tráfego livre de veículos até que uma nova ponte seja construída em caráter emergencial.

Ontem (9), foi publicado no Diário Oficial do Estado o decreto de situação de emergência na Ponte sobre o rio Papocas, válido por 180 dias. A estrutura foi interditada em fevereiro, após um laudo de inspeção técnica elaborado pela Gerência de Obras e de Manutenção do DER-PB apontar risco de colapso.

Segundo o diretor de Operações do DER-PB, Orlando Soares, a travessia provisória garantirá a circulação de todos os veículos. “Vamos melhorar a trafegabilidade através de um serviço provisório, uma travessia para dar tráfego para todos os veículos, e, consequentemente, iremos fazer a contratação emergencial da nova ponte. Dentro de um prazo máximo de seis meses, a rodovia estará totalmente requalificada e adequada para os padrões de trafegabilidade e segurança”, afirmou.

Orlando também destacou a importância da colaboração da população durante as obras. “A população ficou um pouco ansiosa e furou o bloqueio, tirou os tubos de concreto, danificou a parte de sinalização, quando tudo que estava ali era para preservá-los. O DER está preocupado com a segurança das pessoas e em preservar vidas, por isso vai agilizar mais as obras”, completou.

O decreto de emergência cita fatores técnicos, sociais e econômicos para a intervenção. Entre eles, estão o comprometimento da segurança estrutural da ponte, que possui 15 metros de extensão, e o impacto socioeconômico negativo causado pela interdição, já que a via é fundamental para a mobilidade da população e o escoamento da produção agrícola e industrial da região. O laudo também destacou que a tecnologia ultrapassada da construção não suporta mais as cargas atuais, especialmente o intenso tráfego de caminhões pesados, como os usados no transporte canavieiro.

Redação

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