Após o término do prazo de vigência da comissão provisória do PDT da Paraíba, que havia sido instituída em abril deste ano, a executiva nacional da sigla decidiu renovar o comitê, mantendo Marcos Ribeiro na presidência estadual.
Em uma entrevista concedida na semana passada, Marcos Ribeiro fez questão de enfatizar que o partido não está disponível para negociações. “Nós não assediamos quem é aliado da gente. O PDT é um partido tão caro para nós, uma pedra preciosa tão lapidada pelas ideias, que não está em oferta, e também não está em promoção. Temos consciência de que estamos fazendo um trabalho honrado, decente, e não cometemos injustiça”, afirmou Ribeiro.
As expectativas nas últimas semanas eram de que, ao término do prazo, o partido passasse por uma transição de liderança na Paraíba. O nome mais cotado para assumir a presidência estadual era o de Lauremília Lucena, primeira-dama de João Pessoa.
Na última semana, o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (Republicanos), defendeu a tese de que o governador João deveria ter um partido para comandar, dada a sua importância política, e o PDT foi considerado uma opção ideal para tal.
Outra especulação ventilada era a possibilidade de João indicar o secretário de Infraestrutura Desdete Queiroga para um papel de destaque dentro do partido.
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