Foto: arquivo Câmara
Em ano eleitoral, alguns políticos de nomes históricos e polêmicos que já obtiveram vitórias nas urnas, mas também sentiram o sabor amargo da derrota, podem está de volta às ruas para pedir voto. Conhecidos dos eleitores, eles já conquistaram mandatos. Ganharam projeção nacional. E por um tempo, caíram no esquecimento.
Depois sofreram derrotas e, em princípio, deixaram transparecer que abandonaram a política. São ex-deputados, ex-ministros e ex-governadores que já viveram os “dois lados da moeda”. A glória e o fracasso”. Alguns deles se envolveram em escândalos.
Nas eleições deste ano, esses nomes conhecidos da política nacional nos últimos anos articulam o retorno ao cenário eleitoral.
Após períodos de afastamento, derrotas nas urnas ou atuação nos bastidores, essas lideranças voltaram a ser citadas em conversas partidárias, pesquisas internas e movimentações públicas, reacendendo disputas e redesenhando alianças.
O fenômeno não é novo na política brasileira, mas ganha força em um contexto de polarização, reorganização partidária e busca por nomes conhecidos do eleitorado.
Entre os “figurões” que devem se candidatar nas eleições deste ano estão Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados; José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil; Ciro Gomes, ex-ministro e ex-governador do Ceará; João Paulo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados; José Roberto Arruda, ex-governador do Distrito Federal; e Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT.
Entre os nomes que já anunciaram retorno à vida política está o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. Ele ficou conhecido por aceitar a abertura do processo que levou ao impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT) quando esteve à frente da Câmara.
Cunha presidiu a Câmara de fevereiro de 2015 a meados de 2016. Ele renunciou à presidência da Casa em julho de 2016 e foi cassado, após ser acusado de mentir à CPI da Petrobras quando negou ser titular de contas no exterior.
Outro nome da política que deve concorrer às eleições é José Dirceu (PT), ex-ministro da Casa Civil. Dirceu foi cassado pela Câmara em 2005, após ser condenado pelo mensalão e em desdobramentos da Operação Lava Jato.
Ex-governadores que tiveram protagonismo nacional também aparecem como possíveis candidatos em 2026. Longe do cenário político há cerca de 15 anos, depois de declarado inelegível, o ex-governador José Roberto Arruda (PSD) se lançou como pré-candidato ao governo do Distrito Federal em 2026.
O ex-governador do Ceará Ciro Gomes já deixou transparecer que desistiu de concorrer à Presidência da República, e deve tentar o governo estadual. O ex-governador do Ceará se filiou ao PSDB no fim do ano passado e deve ser o candidato do partido ao governo do estado. Ciro Gomes integrou o PSDB na década de 1990 e, durante esse período, foi eleito governador do Ceará pela sigla. O ex-governador já foi candidato à presidência da República quatro vezes.
Enquanto muitos políticos ensaiam um retorno à vida pública, outros garantem que se aposentaram de vez. Pelo menos na disputa por mandato eletivo. Um exemplo é o ex-governador e senador da Paraíba, Cássio Cunha Lima. Em diversas entrevistas, Cássio descartou uma volta ao cenário político paraibano.
Os registros dos nomes escolhidos serão recebidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até 15 de agosto.
Severino Lopes
PB Agora
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