Na próxima segunda-feira entra no ar a página de Fernando Henrique Cardoso no Facebook. Defensor ardoroso da mobilização política por redes sociais, FHC chegou a recusar a proposta de aderir ao Twitter porque não estava atrás de seguidores (para bom entendedor, meia palavra basta), mas agora vai usar a rede de Mark Zuckerberg para divulgar suas agendas e ideias.
Vale lembrar o que o próprio FHC escreveu no artigo O papel da oposição:
“A imensa maioria destes grupos – sem excluir as camadas de trabalhadores urbanos já integrados ao mercado capitalista – está ausente do jogo político-partidário, mas não desconectada das redes de internet, Facebook, YouTube, Twitter, etc. É a estes que as oposições devem dirigir suas mensagens prioritariamente, sobretudo no período entre as eleições, quando os partidos falam para si mesmo, no Congresso e nos governos. Se houver ousadia, os partidos de oposição podem organizar-se pelos meios eletrônicos, dando vida não a diretórios burocráticos, mas a debates verdadeiros sobre os temas de interesse dessas camadas.”
Poder Online
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