Por pbagora.com.br
 
 

Faltam dois dias para o início oficial da estação mais quente do ano, o Verão, mas as praias já estão cheias de visitantes e turistas, que também têm outro motivo, o período de férias. Mas para que a cidade fique limpa é necessário que os pontos turísticos sejam servidos por lixeiras e contêineres para que o coco vazio, por exemplo, não vá parar embaixo dos postes de iluminação ou espalhados pelas calçadas ou areia das praias.

 

Na orla marítima de João Pessoa, do trecho do Cabo Branco até parte de Manaíra, ou seja, das ruas Edvaldo Bezerra Cavalcante a Franca Filho, em mais de 70 postes de iluminação não há nenhum depósito de resíduos sólidos, consequência, trechos com sujeiras.

 

Além da falta, as existentes nos trechos, a maior parte fica distante uma da outra ou estão quebradas, o que não contribui para que a cidade permaneça limpa. “Muitas vezes a pessoa não encontra por perto e joga perto de um poste porque não tem onde jogar”, falou Pedro Lucas Silva, autônomo.

 

Para o estudante universitário João Ricardo Lima, faltam depósitos de lixo e sobra a má educação da população. “Eu percebo que não é comum encontrar lixeiras na praia e nem na calçadinha. Porém, muitas vezes vai parar na rua por conta da falta de educação das pessoas que deveriam buscar jogar o lixo em uma lixeira e não no chão. Eu sei que muitas vezes a gente não encontra, mas é possível levar um saquinho para não jogar onde não deve”, frisou.

 

O guia de turismo Roberto Félix acredita que parte da praia de Tambaú é bem servida com armazenadores de lixo. “É bem verdade que em alguns locais não é possível encontrar as lixeiras, mas a maior parte tem tanto nas calçadas quanto na areia. Uma ideia que deveria se fazer é com o pessoal que trabalha com o aluguel de cadeiras. Eles poderiam colocar um lixeirinho próximo porque algumas pessoas vão deixando junto das cadeiras e muitas vezes não percebem que o lixo fica enterrado na areia e depois vem a maré e leva para dentro do mar. Com isso, a poluição é certa”, afirmou. Para o aposentado Eronildo Monteiro não há problemas. “Acho que de forma geral, o lixo fica mais concentrado perto das barracas/quiosques”.

 

 

 

Redação

 


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