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Fábio Lopes reage à ação do PSOL e nega propaganda antecipada: “Perseguição”

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O vereador de João Pessoa Fábio Lopes (PL) comentou, nesta sexta-feira (20), em entrevista a ação movida pela Executiva do PSOL na Paraíba no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra ele e o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República. A legenda acusa os dois de realizarem propaganda eleitoral antecipada. O processo será analisado pela ministra Estela Aranha.

Fábio Lopes afirmou que ainda não foi oficialmente notificado, mas disse não ver irregularidade nas atividades citadas na representação. Segundo ele, as manifestações ocorreram de forma espontânea.

“Não recebemos ainda nada oficial, mas temos tranquilidade, porque sabemos que isso aí é algo feito pelo povo. Nossas atividades político-partidárias são feitas com o rigor da lei. Acreditamos que isso é mais uma perseguição política por parte da esquerda em relação ao nosso trabalho. Assim que recebermos formalmente, o jurídico vai analisar e vamos seguir em frente” disse.

O parlamentar também declarou que as ações não configurariam propaganda eleitoral.

“A gente entende que não se enquadra em nenhuma propaganda antecipada porque é feito pelo povo, é um movimento orgânico. Não tem pedido expresso de voto, não tem vinculação a partido nem a numeração. Temos certeza de que a Justiça Eleitoral vai verificar tudo e tomar a melhor decisão” frisou ao Fonte 83.

A representação é assinada pelo advogado e pré-candidato ao Governo do Estado pelo PSOL, Olímpio Rocha. O documento descreve a realização de “adesivaços” e atos públicos organizados por Fábio Lopes em João Pessoa e Campina Grande.

Segundo a petição, materiais gráficos e audiovisuais continham expressões como “Flávio 2026”, “Flávio Presidente” e “É preciso eleger Flávio Bolsonaro”. Para o partido, o conteúdo configura pedido explícito de voto, o que violaria a legislação eleitoral, que só permite propaganda a partir de 15 de agosto do ano da eleição.

A ação também cita vídeos, panfletos digitais e mobilizações de rua que, de acordo com o PSOL, beneficiariam diretamente o senador ao projetar sua futura candidatura presidencial para 2026.

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