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Ex-prefeito admite união das oposições para destronar gestora

Conde: ex-prefeito admite união das oposições para destronar gestora que enfrenta desgaste

 

As oposições à prefeita Tatiana Corrêa (PT do B), no município do Conde, Litoral Sul da Paraíba, já articulam uma união para tentar abortar a possibilidade de reeleição da gestora no pleito de 2016.

Segundo o ex-prefeito da cidade, que também é ex-marido da gestora, Aloísio Régis, a possibilidade de ele voltar à disputa é real, sendo qualquer composição em 2016 para “destronar” a atual prefeita possível.

“Existe uma pressão muito grande para que eu volte a ser candidato, embora eu não desejasse voltar mais, dado o fato de eu já ter sido prefeito por quatro vezes, mas dada a pressão dos aliados nós vamos estudar e, dependendo, a gente bota o nome nosso como mais uma opção para o povo do Conde escolher”, disse.
Pesquisas internas feitas por setores da oposição e até da situação, conforme Régis apontam para uma rejeição de mais de 80% da população com relação a atual prefeita, e, em contrapartida, o colocam como candidato favorito.

“Eu fiz pesquisas e ela fez pesquisas, e em todas eu ganhei folgadamente, agora vamos trabalhar para unir as oposições e mudar essa administração no Conde. ”, asseverou.

Com exceção da prefeita Tatiana, qualquer outra composição poderá ser arregimentada para 2016, inclusive com o padre Severino Melo, do PT, que ficou na segunda colocação na eleição passada, na disputa com Tatiana Corrêa.

“Eu só não tenho composição com a prefeita, o resto tudo é possível e o padre poderia ser um bom vice, já que ele está em segundo nas pesquisas, mas pessoas ligadas a ele dizem que ele não vai ser mais candidato, eu não sei se isso procede porque não conversei pessoalmente com ele, mas o que é fato é que nós vamos colocar o time em campo e qualquer outro nome, com exceção da prefeita, a gente pode estudar, conversar e se compor”, avisou.
Indagada se a atual prefeita estaria isolada politicamente, Aloísio Régis foi duro.

“Ela está isolada pelo povo, quem apresenta mais de 80% de rejeição é porque está isolada mesmo”, finalizou.

 

 

Henrique Lima/ Márcia Dias


PB Agora

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