Categorias: Política

Estudante paraibano comenta como internet pode se tornar espaço para ofensas e discursos de ódio

 Danilo Monteiro, de 28 anos, estudante de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), navegava pelo Facebook como de costume. Logo que os resultados das eleições de 2014 foram divulgados, ele foi surpreendido pela postagem de uma colega de curso.

 

No texto, a garota criticava os nordestinos pela reeleição de Dilma Rousseff e exigia a volta da ditadura militar. Em resposta, o rapaz escreveu uma crítica ao posicionamento da colega. Irritada, ela realizou diversos tipos de ataques. Primeiramente, entrou em contato privado exigindo a exclusão da postagem e ameaçou processar o estudante, também xingando o rapaz nos comentários do post que ele fez. Danilo foi atacado até mesmo por amigos da menina, que usaram de termos homofóbicos para afetá-lo.

 

 

 

 

Hoje, após toda a confusão, Danilo reflete sobre a desinformação dessas pessoas e afirma que tudo é um reflexo da educação que tiveram. “Eles são covardes e se escondem atrás de perfis falsos, já que a internet dá oportunidade para isso”, enfatiza.

 

Este é apenas mais um dos casos em que as pessoas perdem a linha do que é razoável ao usar a internet. Um exemplo que ganhou notoriedade é o do médico que divulgou a morte de Marisa Letícia, esposa do ex-presidente Lula. Além de vazar a informação, ele escreveu diversas mensagens de ódio por conta de posicionamentos políticos, esquecendo-se da ética profissional e também do respeito à dor de terceiros.

 

Para evitar que esse tipo de acontecimento seja recorrente, a Lei de Crimes da Internet de 2012, também conhecida como “Lei Carolina Dieckmann”, e o Marco Civil da Internet de 2014 regulamentaram os direitos e deveres dos internautas, além de determinar as punições para quem comete crimes digitais. Entretanto, embora essas leis tornem a incidência de casos mais rara, não quer dizer que eles não acontecem mais.

 

Redação

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