Foto: Divulgação
A Juíza Federal Cristina Maria Costa Garcez, titular da 3ª Vara da Justiça Federal na Paraíba, contestou nesta terça-feira (29) o conteúdo de uma matéria publicada sobre sua atuação junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), afirmando que algumas das informações veiculadas não correspondem à realidade dos autos do processo que ela protocolou.
Por ordem da magistrada, foi encaminhada nota oficial à redação do portal PB Agora solicitando a correção do conteúdo.
De acordo com a juíza, a matéria em questão utilizou informações equivocadas ao vincular seu nome a uma denúncia de suposta manipulação no processo de promoção para o cargo de desembargadora do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5). Segundo a nota, na verdade, o conteúdo divulgado teria sido confundido com outra representação, esta feita pelo Desembargador Federal Roberto Wanderley Nogueira, membro do próprio TRF-5, que questionou a formação da lista tríplice enviada à Presidência da República.
“A matéria apresenta informações que não correspondem à realidade dos fatos constantes no processo que a requerente protocolou junto ao CNJ, visando à uniformização do tratamento dispensado à magistratura federal nos concursos de promoção, havendo total desconexão entre os dados divulgados e os elementos constantes dos autos”, esclareceu a magistrada.
A magistrada afirma que permanece à disposição para fornecer as informações corretas, de modo a garantir que a verdade dos fatos seja devidamente restabelecida.
O portal PB Agora, comprometido com o bom jornalismo, reitera seu respeito à verdade dos fatos e à responsabilidade na informação, e reafirma que mantém seu espaço sempre aberto para correções quando eventuais equívocos forem identificados ou apontados pelas partes envolvidas.
A redação permanece à disposição da Juíza Cristina Garcez e das demais fontes citadas para os devidos esclarecimentos.
CONFIRA TRECHO DA NOTA
Sr. Editor, o conteúdo veiculado na matéria publicada no seguinte endereço eletrônico (…) apresenta informações que não correspondem à realidade dos fatos constantes no processo que a requerente protocolou junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), visando a uniformização do tratamento dispensado à magistratura federal, nos concursos de promoção, havendo total desconexão entre os dados divulgados e os elementos constantes dos autos.
Na verdade, todo o conteúdo de sua matéria se refere à publicada na Folha de São Paulo, com base em representação feita por um membro do próprio TRF5, Desembargador Federal Roberto Wanderley Nogueira, ao CNJ.
Redação
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