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Em nota, prefeito de Cabedelo explica confusão na Câmara

Em nota encaminhada á imprensa, nesta sexta-feira (28), a prefeitura de Cabedelo negou que o gestor, Leto Viana (PRP), tivesse agredido parlamentares em sessão realizada na noite de ontem, quinta-feira (27), seja verbalmente, seja fisicamente.

Na nota, a assessoria explica que o prefeito foi impedido por um movimento orquestrado pelos parlamentares de falar.

"Toda essa situação gerou um princípio de tumulto, fazendo com o que o presidente da Câmara desse por encerrada a sessão. Em momento algum, como foi divulgado pelo vereador Eudes, o secretário de Comunicação, Fabrício Magno, agrediu o deputado Anísio Maia. Na verdade, o secretário foi empurrado pelo segurança da Casa ao tentar ir ao encontro do prefeito, que usava a tribuna"

 

LEIA NOTA

 

A Secretaria de Comunicação de Cabedelo (Secom) vem a público esclarecer alguns fatos que teriam ocorrido durante sessão especial na Câmara de Vereadores de Cabedelo na noite da última quinta-feira (27). Cabe-nos informar que nenhum integrante da gestão municipal agrediu ou faltou com respeito a parlamentares ou população presente à sessão do parlamento municipal.

O prefeito do município, Leto Viana, foi convidado a participar de uma sessão especial na Câmara de Vereadores para debater a situação dos servidores públicos municipais. Antes do início dos trabalhos, o vereador Eudes Santos (PP), tentou impedir o acesso da equipe de jornalistas da Secom e de outros veículos à Casa do Povo para cumprir a sua função de cobrir os atos da gestão.

Foi o vereador Lucas Santino (PHS), presidente da Casa, quem liberou a presença dos jornalistas. Essa já foi uma tentativa clara de calar a imprensa e impedir que a população tivesse conhecimento do que iria acontecer.

Também compareceu ao debate o deputado estadual Anísio Maia (PT), que aproveitou o espaço para tumultuar o debate com intervenções e provocações. Nem mesmo a fala do prefeito e dos secretários da gestão municipal foi respeitada. Entendemos que aquele é um espaço para que sejam travados debates, mas sem desrespeitar ou cercear o direito a fala de nenhum dos participantes.

Leto Viana tentou levar as explicações, mas foi impedido por um movimento orquestrado pelos parlamentares. Toda essa situação gerou um princípio de tumulto, fazendo com o que o presidente da Câmara desse por encerrada a sessão. Em momento algum, como foi divulgado pelo vereador Eudes, o secretário de Comunicação, Fabrício Magno, agrediu o deputado Anísio Maia. Na verdade, o secretário foi empurrado pelo segurança da Casa ao tentar ir ao encontro do prefeito, que usava a tribuna.

Acreditamos no diálogo como única forma de se solucionar impasses. Não cerceamos o direito a voz de quem quer que seja e estamos dispostos sempre a levar informações e explicações, pois isso faz parte da nossa gestão, que tem como princípio fundamental a prestação de contas e a transparência. Mesmo com esse incidente não deixaremos de cumprir o nosso papel e de irmos à Câmara quantas vezes formos convidados, pois temos respeito àquele poder e ao povo de Cabedelo.
 



PB Agora

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