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Em meio à disputa em Cabedelo, Walber Virgolino revela conversas com Efraim Filho e pastor Sérgio

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Antes mesmo das Eleições Gerais de 2026, os moradores de Cabedelo terão outro compromisso nas urnas. A cidade realizará uma eleição suplementar no dia 12 de abril de 2026, para escolher novos ocupantes dos cargos de prefeito e vice-prefeito.

Com a definição do calendário, os partidos já iniciam suas articulações. As convenções partidárias, destinadas à escolha de candidatos e à formação de coligações, deverão ocorrer entre 29 de janeiro e 14 de fevereiro. Após esse período, as legendas terão até 24 de fevereiro, às 19h, para registrar oficialmente seus candidatos junto ao Juízo Eleitoral. A propaganda eleitoral só será permitida a partir de 25 de fevereiro, seguindo as regras estabelecidas pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).

Entre os nomes que já se movimentam está o do pré-candidato Walber Virgolino (PL). Ele revelou que mantém diálogo com o senador Efraim Filho (União Brasil) e com o pastor Sérgio Queiroz (PRTB/PL). Walber afirmou ainda que não pretende realizar evento público para marcar sua convenção, alegando preocupação com a segurança da população diante da violência na cidade.

A decisão pela realização do pleito suplementar foi tomada em dezembro pelo TRE-PB, que aprovou por unanimidade a resolução com as instruções e prazos. O Código Eleitoral prevê novas eleições quando a nulidade dos votos atinge mais da metade da votação em cargos majoritários, como presidente, governador ou prefeito.

Desde 12 de janeiro, passaram a vigorar as vedações legais que restringem atos de agentes públicos e candidatos. Entre elas, está a proibição de autorizar publicidade institucional de obras, programas ou campanhas, salvo em casos de grave necessidade reconhecida pela Justiça Eleitoral. Também ficam vedados pronunciamentos em cadeia de rádio e televisão fora do horário eleitoral gratuito, além da participação de candidatos em inaugurações.

Outra medida de controle é a proibição da contratação de shows artísticos com recursos públicos para inaugurações no município. As regras, segundo o TRE-PB, buscam garantir igualdade de condições entre os concorrentes e preservar o uso responsável do erário durante o processo eleitoral.

PB Agora

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