O sistema de coligações para as candidaturas proporcionais, como vereador e deputados estadual e federal, deixará de existir nas eleições municipais de 2020. Tal realidade não vem causando pelo menos até o momento muitos deserções nos postulantes as candidaturas majoritárias na Paraíba no ano que vem, em Campina por exemplo já temos oito postulantes.
Na rainha da Borborema, já temos por exemplo, os nomes do Chefe de Gabinete da PMCG, Bruno Cunha Lima sem partido, do deputado estadual Manoel Ludgério-PSD, do ex-senador Cássio Cunha Lima – PSDB, do deputado estadual Tovar Correia Lima- PSDB, do deputado federal Pedro Cunha Lima –PSDB, da secretária de estado Ana Cláudia Vital –Podemos, da vice-governadora Lígia Feliciano –PDT, e do presidente da CDL d cidade Arthur Bolinha.
Na última semana, o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, começou a organizar a administração municipal com olhos nas eleições municipais do próximo ano. Ontem, grande parte dos secretários empossados, se não todos, possuem chances reais de apresentarem seus nomes a disposição para concorrer tanto ao cargo de prefeito, como vereadores.
“Em relação em disputar a Prefeitura de Campina Grande ano que vem, sim é natural até pelo resultado da eleição passada onde fui o mais votado em Campina. Sobretudo pela forma como faço política sem ter nenhum tipo de troca pelo voto. Isso é extremamente importante é conectado ao que as pessoas querem. É o recado que a gente conseguiu passar nessas eleições”, disse Bruno.
O senador Veneziano apontou o nome da secretária Ana Claudia (Podemos), que nas últimas eleições para deputada federal, obteve mais de 50 mil votos. No entanto, observou que as oposições tem outros nomes com condições de disputar o pleito, a exemplo dos deputados Inácio Falcão (PCdB), Adriano Galdino (PSB), o vereador Olímpio Oliveira, a vice governadora Lígia Feliciano (PDT). Entre esses nomes, ele destacou o de Inácio Falcão que saiu muito bem referendado das urnas nas últimas eleições.
“Escolheremos o melhor nome, aquele que tenha apetência. Penso que para disputas eleitorais tem que ter vontade, acreditar em si, num projeto. Eu vejo alguns nomes. Eu tenho vontade, mas não vou. Tenho vontade de voltar para concluir aquilo não pude concluir. Tem duas grandes obras que a incompetência atual não concluiu, se eles tivessem concluído eu não teria nem mais essa vontade: o centro administrativo, que começamos e o prefeito atual revogou; e a urbanização da feira central”, revelou.
Segundo o advogado eleitoralista Maurício Castilho. “O sistema proporcional vai vigorar, com a diferença de que não terá coligações. As coligações vão ser possíveis somente para os cargos majoritários, ou seja, a disputa para prefeito nas próximas eleições. Com o fim das coligações vão se eleger os candidatos mais votados dentro dos seus partidos, desde que o partido consiga atingir o quociente eleitoral”, disse.
Redação
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