Efraim Filho reage a assédio do Republicanos para deixar Pedro e responde: “Continuamos firmes”

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Apesar dos constantes assédios de membros da base aliada do governador João Azevêdo (PSB), ao deputado federal e pré-candidato a senador Efraim Filho (União Brasil) para que retorne a base aliada e abandono o deputado federal e pré-candidato a governador Pedro Cunha Lima (PSDB), Moraes respondeu ontem (07), que continuará onde está. “Continuamos firmes”.

“Segue o rumo. Continuamos firmes aqui, na chapa com Pedro”, afirmou Efraim, ao confirmar a dobradinha entre as famílias Morais e Cunha Lima após 20 anos. Ontem (06), o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (PSB), defendeua volta do deputado federal Efraim Filho (União Brasil) para a base do governador João Azevêdo (PSB). “Eu acho que se Efraim tiver juízo e analisar matematicamente e politicamente ele vai ver que sendo apoiado pelo governador João Azevedo e com o tamanho que ele tem hoje, com certeza, será vitorioso na eleição”, comentou ao destacar ainda: “Como a regra é que quem está na base tem que votar em todos os candidatos do grupo, eu retirei meu nome para manter esse acordo e minha palavra dada e empenhada tempos atrás. Se Efraim voltar atrás eu posso repensar e colocar meu nome para compor a chapa do governador João Azevêdo, porque nesse caso não terá mais esse empecilho da gente está em campo opostos”, disse Galdino.

Quem também se manifestou a favor do retorno de Efraim foi o líder do governo na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Wilson Filho (Republicanos), defendeu abertamente o retorno do pré-candidato a senador Efraim Filho. “Eu defendo isso. Tenho amigos, prefeitos, gestores, lideranças que escolheram, naturalmente, espontaneamente, Efraim Filho. E todos dizem: será que não seria bom Efraim voltar? Na minha cidade seria melhor. É uma decisão que cabe a João Azevêdo e a ele”, refletiu. Ainda de acordo com Wilson Filho, se todos que verdadeiramente defendem Efraim Filho e João Azevêdo fossem questionados, eles responderiam que seria bom a reconciliação. “Se perguntado for, se alguém me questionar, se alguém pedir minha opinião, eu vou dizer: é bom. Para quem defende Efraim, vai dizer que é bom. Para quem defende João Azevêdo, vai dizer que é um bom companheiro de chapa [Efraim]”, afirmou.

Da Redação

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