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Efraim Filho minimiza tese de “invasão militar americana” no Brasil, mas pressiona ação do Governo federal contra facções

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O senador paraibano Efraim Filho afirmou, em entrevista à imprensa nesta quarta-feira (11), que não acredita na possibilidade de uma intervenção dos Estados Unidos no Brasil, após a tese defendida pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro de que facções criminosas brasileiras poderiam ser classificadas como organizações terroristas – o que, em tese, justificaria uma invasão militar.

A hipótese ganhou repercussão depois da sugestão de que grupos como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho fossem enquadrados nessa categoria. Apesar da repercussão, o senador minimizou a possibilidade de ingerência estrangeira no país.

“Eu não acredito nessa possibilidade de intervenção. As facções criminosas no Brasil precisam ser combatidas com inteligência e com conhecimento no enfrentamento ao crime organizado”, afirmou.

Mesmo descartando a hipótese de intervenção externa, Efraim criticou a atuação do governo federal e cobrou uma postura mais firme no combate às organizações criminosas.

“É algo que o governo do Brasil tem que resolver. Hoje o governo tem sido falho, tem sido omisso e passa inclusive a imagem de ter uma relação de amizade com a bandidagem”, declarou.

O parlamentar também destacou que a responsabilidade de enfrentar o crime organizado deve partir do próprio país, sem depender de pressões ou iniciativas internacionais.

Segundo ele, é necessário que o governo mobilize sua base no Congresso para aprovar leis mais rígidas contra o crime organizado, fortalecendo o sistema de segurança pública e garantindo a proteção da sociedade.

Para Efraim Filho, o enfrentamento às facções deve ocorrer com estratégia, inteligência e instrumentos legais, reforçando que o Brasil possui condições de resolver o problema internamente, preservando sua soberania e a autoridade das instituições nacionais.

Redação

PB Agora

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