O deputado federal, Efraim Filho (DEM-PB), foi o escolhido pelo seu partido, DEmocratas para presidir a CPI dos Fundos de Pensão, que deve ser instalada no início do segundo semestre legislativo na Câmara dos Deputados. O partido deverá encaminhar documentação referente à escolha ao presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), nesta quinta-feira (06).
Efraim é o segundo paraibano indicado para presidir uma CPI importante na Câmara dos Deputados. No início do ano, o deputado Hugo Mota (PMDB-PB) foi escolhido presidente da CPI da Petrobras.
A oposição trabalha para ter pelo menos duas posições de comando nas quatro CPIs que deverão ser instaladas, ficando as outras duas com partidos da base aliada: PMDB e PSD.
A escolha de Efraim Filho aconteceu em jantar encerrado no início da madrugada da última terça-feira (04). O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, acertou com líderes partidários a exclusão do PT do comando das CPIs. Excetuando-se os petistas, que não foram convidados por Cunha, participaram da conversa na residência oficial do presidente da Câmara líderes de vários partidos que, momentos antes, haviam se servido de um churrasco oferecido por Dilma Rousseff aos supostos aliados, no Palácio da Alvorada.
O relator da CPI dos Fundos de Pensão será o deputado Sérgio Souza (PMDB). Na oportunidade também foi definido que o peemedebista Marcos Rotta será o presidente da CPI do BNDES e relator Márcio Alvino(PR). Essas duas comissões são as que mais preocupam o governo.
Segundo Efraim Filho, os fundos de pensão são “uma das maiores caixas pretas do país”.
“Através de gestão fraudulenta sem transparência no uso de bilhões de reais, que pertencem a nossos aposentados e pensionistas, que são os maiores prejudicados ao ver as economias de toda uma vida serem jogadas fora e chegar a essa altura totalmente desamparados diante dos desvios bilionários. Irei me empenhar ao máximo na CPI para representar bem e honrar a confiança dos paraibanos”, declarou.
No final do primeiro semestre legislativo, Eduardo Cunha já havia criado três CPIs: a primeira para investigar empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); a segunda, maus-tratos contra animais; e a terceira, crimes cibernéticos no País. Essas CPIs já estão recebendo indicações dos partidos.
Redação
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