Categorias: Política

DRAMA: vereador relata problemas vividos por não estar mais no poder

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DRAMA: vereador se emociona quando relata problemas vividos por não estar mais no poder; “Fui bombardeado, mas acredito na minha completa inocência!”

Quem acompanhou atentamente a entrevista concedida pelo ex-vereador Sérgio da Sac (PRP) que recentemente foi afastado das suas funções na Câmara Municipal em decorrência de um processo que enfrenta na Justiça Eleitoral, pôde presenciar o ‘choro’ de um político que se disse injustiçado e com saudades das atividades parlamentares.

Inicialmente Sérgio da Sac desabafou

“irei fazer um apelo ao juiz federal para que eles possam entender que eu perdi o meu mandato, para que julgue o mérito dentro do processo e faço um desafio: julguem e apresentei provas contra mim”, desabafou.

Sac também criticou a Justiça ao dizer que não sabe quem formalizou denuncia contra ele:
 

“Eu não sou um marginal e não tenho capacidade de matar uma barata! Ele é um anônimo e passei três anos calado sobre o assunto”, disparou.

EMOÇÃO: Sérgio da Sac ‘chorou’ ao dizer muitas pessoas estão sofrendo com a decisão da Justiça.
 

“3720 eleitores fazem parte da sociedade. Prejudicados estão minha mãe, meu pai e meus eleitores”, desabafou.
 

Por fim, o ex-vereador disse que tem o direito de se mostrar contrário ao posicionamento da Justiça e considerou sua manifestação como legítima.
 

“Fui bombardeado e sei da minha inocência!”, concluiu.

ENTENDA O CASO: O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba decidiu hoje à tarde negar, por unanimidade, o agravo regimental impetrado pelos advogados do vereador pessoense Sérgio da SAC (PRP) contra a cassação do mandato do parlamentar. A Côrte entendeu que não havia plausibilidade jurídica para o recurso, já que o suplente, Valdir José Dowsley foi empossado no cargo.

Sérgio da SAC foi cassado sob a acusação de distribuir brindes durante eventos esportivos realizados no dia 7 de setembro de 2008 na Praia do Sol e no campo de futebol localizado no Valentina de Figueiredo. Segundo os autos, uma equipe de divulgação de campanha rodeava a quadra de futebol e o campo de futebol com bandeiras e outros adereços, enquanto os atletas jogavam suas partidas com as propagandas do candidato em suas camisas.

O parlamentar acabou sendo cassado no dia 30 de junho em decisão do juiz da 64ª zona eleitoral. A sentença foi contestada em recurso relatado pelo juiz João Bosco Medeiros que também negou o direito de Sérgio voltar ao cargo.

Henrique Lima

PB Agora
 

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