O ex-presidente do diretório do PT/PB, Jackson Macedo, usou seu perfil nas redes sociais para cobrar rigor nas investigações que envolvem o Banco Master. Em postagem feita no Instagram, o petista ressaltou que é preciso rigor nas investigações que nos últimos dias citaram o senador petista Jaques Wagner e o presidente da Câmara Federal, o deputado paraibano do Republicanos Hugo Motta.

Em sua publicação, defendeu que as instituições “cumpram o seu papel, custe o que custar e doa a quem doer”, e citou o presidente da Câmara Federal e o seu colega de partido, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner.
Entenda
Jaques Wagner – As investigações da Polícia Federal apuram se o líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner, teria recebido um apartamento em Salvador avaliado em 2,4 milhões como propina do empresário Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master. Nesta quinta-feira, o senador afirmou que os dólares apreendidos pela Polícia Federal na nona fase da Operação Compliance Zero têm origem em diárias pagas pelo Senado em razão de viagens para o exterior, que realiza como parlamentar.
Em entrevista a Band News, o petista também negou ter relação com Daniel Vorcaro e disse que não atuou em favor do Banco Master no Senado.
Hugo Motta – No que diz respeito ao deputado Hugo Motta, a Polícia Federal encontrou diálogos do presidente da Câmara dos Deputados pedindo a Daniel Vorcaro a liberação de um empréstimo para a empresa da cunhada. As informações foram publicadas pelo jornal O Estado de São Paulo e confirmadas também pelo portal de notícias G1.
Ao jornal, Motta não quis responder se atuou para liberar o financiamento para a empresa da cunhada. Ao ser questionado, afirmou que a operação de crédito está dentro da legalidade. O presidente da Câmara também confirmou que o ex-banqueiro pagou diárias de sua hospedagem em um hotel de luxo em Lisboa, conforme apontado pela Polícia Federal.
PB Agora
