Assessoria da presidente Dilma Roussef entrou em contato com o deputado federal Efraim Filho (Democratas/PB), um dos principais idealizadores do movimento “Se Dilma não vai à seca, a seca vai a Dilma”, para recepcioná-la em sua visita ao Estado da Paraíba, prevista para esta segunda-feira (4), dispondo-se a receber as reivindicações do movimento, formado por várias entidades ligadas à agricultura no Estado, como a Faepa, Asplan e Associação dos Mutuários do Banco do Nordeste e pelo o deputado estadual Assis Quintans (Democratas-PB).
“Sentimento de dever cumprido, agradeço ao apoio de todos ao nosso manifesto contra a indiferença do Governo Federal ante o drama da seca. Repercussão chegou ao Planalto e a presidenta da República, Dilma Rousseff, aceitou receber a comissão do protesto junto com agricultores para receber as reivindicações do movimento. Como a nossa meta é resultados e não provocações; aceitamos o convite e evitamos expor as cabeças de gado mortas como protesto. Dever cumprido em nome de investimentos para enfrentar a seca no Nordeste e especialmente na Paraíba”. Informou Efraim Filho.
Na avaliação do deputado o movimento ganhou tanta repercussão que chegou aos ouvidos do Planalto, que com esse gesto demonstra sensibilidade e espírito democrático. “Não é um movimento de oposição, mas de proposição. A mobilização tem em vista obter uma ação concreta da presidente Dilma sobre as medidas estruturantes de combate à seca e ao perdão de dívidas de pequenos produtores que estão sufocados pelo longo período sem produção” destacou.
Para Efraim Filho a presidente só conhecerá de fato os problemas enfrentados pelo povo se for a lugares onde a população sofre com a falta de água e os rebanhos inteiros estão sendo dizimados porque além da água falta comida.
“As ações do Governo Federal hoje são emergenciais. A Paraíba está cansada de receber migalhas e esmolas como cisternas, carros-pipa e milho da Conab, pois são paliativos que não estão atendendo às necessidades da Paraíba. Nós queremos e precisamos que as obras da transposição do rio São Francisco sejam concluídas e as dívidas dos agricultores anistiadas. Não dá mais para continuar ano após ano vendo o povo sofrendo e não poder fazer nada”, declarou Efraim ao afirmar que a presidente precisa ir às regiões como o semiárido, Curimatau, Vale do Sabugi, Cariri e ainda ao sertão nordestino.
“Sem conhecer essa dura realidade, as decisões continuarão paliativas, mas se a presidente Dilma conhecer às necessidades e com a sensibilidade que é lhe peculiar, o governo poderá trabalhar medidas mais estruturadas e planejadas para que nas próximas estiagens o nordestino não sofra tanto.” Concluiu.
Assessoria
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