A presidente Dilma Rousseff convidou os governadores dos partidos aliados para um jantar nesta segunda-feira (14) no Palácio da Alvorada, em Brasília.
Ela vai pedir ajuda para aprovar no Congresso Nacional a segunda parte do pacote: aumento de impostos. O convite, que engloba o governador Ricardo Coutinho (PSB), foi feito no final de semana.
No entanto, o governador não poderá comparecer porque ainda se recupera de uma recente cirurgia e a vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) é quem irá representar Ricardo no encontro dos governadores de partidos aliados.
A informação sobre a ausência de Ricardo Coutinho no jantar com a presidente Dilma foi confirmada pelo secretário estadual de Comunicação, jornalista Luis Torres. “O governador não vai. Está encaminhando a vice-governador Lígia”.
Ricardo se recupera de cirurgia que realizou no último dia 5, no Hospital Dom Rodrigo, em João Pessoa. A recomendação médica é que ele evite pegar avião, informação também confirmada pelo secretário Luis Torres.
O convite deixou os chefes dos Executivos estaduais ressabiados: pelo menos dois hesitam em ir e se tornar sócios da pauta impopular da presidente.
A despeito da forte pressão de Lula e do PMDB por sua saída do governo, Aloizio Mercadante passou o fim de semana na linha de frente da reação à articulação pelo impeachment.Foi o titular da Casa Civil quem telefonou para os governadores convidando para o jantar. Também pediu aos líderes governistas que os partidos “fechem questão” contra o impeachment.
Na última reunião, realizada no Palácio da Alvorada, o governador Ricardo Coutinho (PSB), foi escolhido mais uma vez para falar em nome do Nordeste na reunião dos governadores do país com a presidente Dilma.
Na ocasião, Ricardo Coutinho defendeu a governabilidade, mas cobrou respostas concretas do governo federal para os estados. O goverandor destacou a importância da estabilidade política para gerar estabilidade econômica.
Ele ainda acrescentou que foi reforçada a questão das operações de crédito e que a presidente Dilma colocou em pauta a questão da participação dos estados no superávit primário.
"O que nós estamos querendo é que haja uma agilidade nesse processo, para que saibamos quando começa e quando termina, pois nos falta discutir qual vai ser a participação dos estados em relação ao superávit primário" acrescentou.
Redação
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