Arrocho: deputados descartam venda de bens nesta reta final de campanha e apostam em “serviços prestados”
A 10 dias das eleições 2014, o deputado estadual e candidato à reeleição pelo PSC, Carlos Batinga e o candidato a deputado estadual Anísio Maia (PT), afirmaram que não há a menor possibilidade de se desfazerem de bens para suprirem gastos extras nessa reta final de campanha, porque seus bens são pouquíssimos e suas campanhas são baratas.
De acordo com Batinga, a medida que o período eleitoral vai chegando ao fim, os gastos aumentam, mas afirma que sua campanha é barata e não foge do trabalho e feitos que vem realizando ao longo de sua carreira como político, ou seja, nos serviços prestados em prol da população na atuação parlamentar.
“Já temos muitos serviços prestados à população. Minha campanha é feita em cima do que já trabalhamos até agora. É uma campanha barata”, enfatizou Carlos Batinga. Ele diz ainda que não vê a possibilidade de se desfazer de bens para investir num mandato e relata que não se pode comprar um mandato, porque eles foram feitos para defender idéias e teses.
Anísio Maia, por sua vez, segue o mesmo discurso do concorrente nessas eleições e afirma que seus bens são tão poucos que não daria para bancar uma campanha nem que seja para guarda noturno. Ele acrescenta em sua fala que sua cota é “bem magrinha” e que não se utilizaria disso para comprar votos, cabos eleitorais.
“Eu não preciso disso. Meus bens são pouquíssimos e não haveria a menor possibilidade de vende-los. Minha campanha é feita com trabalhos comunitários, debates, propostas, reuniões. Tenho apoio de sindicatos, colônia de pesca e associações”, disse Maia.
PB Agora








