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Deputado expõe mágoa ao comentar postura do partido na condução da eleição de 2024: “Deixou sequelas”

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O deputado estadual Júnior Araújo (PSB) revelou nesta quarta-feira (16), sua insatisfação com a condução política do Partido Socialista Brasileiro durante o processo eleitoral na disputa pela Prefeitura de Cajazeiras. Durante entrevista à rádio CBN João Pessoa, o parlamentar afirmou que a forma como os aliados foram tratados deixou “sequelas” e traumas que ainda repercutem nos bastidores da política local.

“O grande problema, na minha opinião, é que toda essa situação foi muito mal conduzida. É óbvio que deixou traumas políticos, deixou sequelas. Eu não fujo de perguntas e é importante que a gente possa trabalhar com a verdade. Naquela oportunidade, o Governo realmente manteve uma postura muito dura na cidade”, declarou o parlamentar.

Júnior Araújo destacou que, apesar de reconhecer a legitimidade do PSB em apoiar o seu próprio candidato, discorda das atitudes adotadas contra aliados históricos da base governista, como demissões e mudanças abruptas no cenário político da cidade.

“Acho que na política nós temos que ter firmeza, mas foi uma postura muito dura. Inclusive, com demissões de pessoas que tinham aqui 20 anos na cidade. Isso é um assunto que já foi massificado, conversado, mastigado, mas eu tenho o direito de externar, pelo menos aquilo que eu não concordava. E aí eu jamais faria isso, de me calar diante daquilo que eu entendo, penso e tenho convicção de que estava errado”, condenou.

O deputado reforçou que a mágoa não diz respeito à escolha do candidato em si, mas sim à forma como os aliados foram tratados durante o processo. “Se tratava de todos os aliados. Era legítimo que o PSB fizesse a sua participação com o candidato do seu partido. O que nós não concordamos foi justamente as práticas, a maneira dura como nós aliados fomos tratados naquela oportunidade”, concluiu.

Mesmo diante das divergências, Júnior Araújo afirmou que não pretende romper com a base aliada do governador João Azevêdo (PSB) na Assembleia Legislativa da Paraíba. Ele segue dialogando com diferentes siglas e analisa convites partidários, mas pondera que qualquer decisão será tomada “no tempo certo”.

PB Agora

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