A defesa dos acusados da Operação Castelo de Areia pediu na Justiça anulação de toda a investigação da Polícia Federal (PF), rejeição da denúncia criminal contra quatro executivos da construtora Camargo Corrêa e absolvição sumária de duas secretárias da diretoria da empresa sob alegação de que as provas foram colhidas ilegalmente e que a origem do caso teria sido uma denúncia anônima. A defesa contesta o inquérito da PF e argumenta ?inépcia da denúncia? com relação aos crimes de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
Os argumentos estão expostos em 267 páginas que compõem peças de defesa subscritas por três bancas de advocacia dirigidas pelos criminalistas Marcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça, Arnaldo Malheiros Filho e Celso Vilardi. Eles contestam principalmente a interceptação telefônica, autorizada judicialmente, por meio da qual a PF reuniu indícios contra os alvos.
A operação foi desencadeada no dia 25 de abril com a prisão dos quatro dirigentes da empreiteira – Pietro Bianchi, Fernando Dias Gomes, Dárcio Brunato e Raggi Badra Neto – e das secretárias Marisa Jaquinto e Darcy Flores Alvarenga. Por ordem da desembargadora Cecília Mello todos foram libertados em menos de 72 horas.
Estadão
Será o 421º Clássico dos Maiorais. E 39 títulos conquistados. A rivalidade é histórica e…
Previsto para acontecer na noite desta sexta-feira (6), a abertura do Folia de Rua, em…
Um susto marcou a tarde desta sexta-feira (6) na Sede Nacional da igreja Cidade Viva,…
O deputado federal Luiz Couto (PT) revelou nesta sexta-feira (5), que a direção nacional do…
O Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (6) publicou a exoneração do professor Rangel…
O vice-governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), decidiu subir o tom e responder às críticas…