A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) desenvolve uma nova tese para fundamentar um pedido de prisão domiciliar a ser apresentado provavelmente na próxima semana.
O fundamento que vem sendo desenvolvido pela defesa é o de que não há nenhuma garantia de que o fato de Bolsonaro ter danificado a tornozeleira eletrônica signifique automaticamente que ele planejava uma fuga.
A defesa compara o caso ao do ex-presidente Fernando Collor, que ficou 36 horas com a tornozeleira desligada e nem por isso teve sua domiciliar revogada.
A ideia da defesa será mostrar que se tratou de um surto provocado pela inclusão de novos remédios em seu receituário. Também pretendem incluir nessa tese que a fuga nunca passou pela cabeça de Bolsonaro e que sua concretização seria algo muito difícil.
A esse fundamento, a defesa irá juntar a necessidade de atendimento médico especial que, no entendimento da equipe jurídica, Bolsonaro precisa.
Com CNN
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