Nem o apelo feito pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por uma solução unificada entre PT e PSB foi capaz de fazer com que as candidaturas de Edegar Pretto (PT) e Beto Albuquerque (PSB) chegassem a um consenso para a união em uma só chapa.
Com a falta de consenso, os presidentes do PT e do PSB desistiram de interferir no estado e decidiram deixar todas as decisões sobre as candidaturas a cargo dos diretórios estaduais das duas legendas.
Com isso, o Rio Grande do Sul saiu do rol das negociações que as cúpulas das duas legendas vêm travando para tentar unir nos estados os palanques para a chapa do ex-presidente e de seu pré-candidato a vice, o ex-governdor Geraldo Alckmin (PSB).
Após mais de um mês do pedido de Lula, não houve aperitivo e, muito menos, solução. Com o cristalizado impasse gaúcho, os presidentes do PT, Gleisi Hoffmann, e do PSB, Carlos Siqueira, resolveram cuidar agora somente dos demais estados onde acham possível uma solução, entre eles, São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro.
Metrópoles
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