Jackson se defende de críticas de Amanda Rodrigues e detona “aliança” com o bolsonarismo em JP

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O presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) na Paraíba, Jackson Macêdo, respondeu de forma contundente às críticas feitas pela candidata a vice-prefeita de João Pessoa pelo PT, Amanda Rodrigues, durante um podcast. Segundo Jackson, Amanda o teria chamado de “maluco” e feito acusações pessoais, algo que ele considerou desrespeitoso e inadequado.

Jackson Macêdo iniciou sua fala explicando que raramente faz vídeos nas redes sociais, mas sentiu a necessidade de se manifestar após o ataque pessoal que recebeu de Amanda. Ele destacou que sempre tratou as mulheres do PT com respeito e que nutria admiração por Amanda, ressaltando que, em outros momentos, ela o elogiou, afirmando que ele era um “grande presidente” e até sugerindo que ele merecia uma posição na direção nacional do partido.

Ao longo de seu pronunciamento, Jackson relembrou sua trajetória no PT, desde sua filiação em 1996 até os momentos em que liderou o partido em decisões importantes, como o apoio à candidatura de Ricardo Coutinho em 2020 e a manutenção da candidatura de Ricardo ao Senado em 2022. Ele ressaltou que, em ambos os casos, foi elogiado por Amanda e outros membros do partido.

Jackson também destacou a contradição nas críticas de Amanda, apontando que tanto ela quanto o candidato a prefeito pelo PT, Luciano Cartaxo, deixaram o partido no passado, durante momentos de dificuldade política, mas retornaram após a vitória de Lula na presidência. Segundo ele, a candidatura própria do PT em João Pessoa acabou isolando o partido, algo que ele sempre defendeu que deveria ser evitado, propondo uma aliança com o atual prefeito, Cícero Lucena (PP).

O presidente do PT paraibano lamentou o uso de ataques pessoais e reafirmou que suas divergências com Amanda e Cartaxo são políticas, não pessoais. Ele ainda fez duras críticas ao posicionamento de ambos, ao comparecerem ao mesmo evento que o ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga (PL), também candidato a prefeito, e que segundo Jackson está associado a tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023 e à família Bolsonaro, responsáveis, segundo ele, por políticas que resultaram na morte de 700 mil pessoas durante a pandemia.

Jackson concluiu o vídeo dizendo que continuará trabalhando pelos candidatos e candidatas do PT no interior e que não se deixará intimidar por ataques pessoais.

Confira o vídeo:

 

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