Coincidência ou não, as internações do agora ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sempre acontecem em momentos crises com a sua família, o seu ex-governo ou, neste caso, com a sua militância ideológica.
Um dia após seus apoiadores invadirem prédios dos Poderes — Congresso, Planalto e STF (Supremo Tribunal Federal) —, o ex-presidente sentiu dores intestinais e deu entrada no AdventHealth Celebration, em Orlando (a instituição médica negou que Bolsonaro estivesse internado lá).
A situação, claro, gerou comoção por parte de alguns apoiadores, que o veem como um herói que quase perdeu a vida pela pátria, remetendo ao episódio da facada que supostamente gera sequelas até hoje. Logo, a sua implicação com os atos terroristas fica esquecida e em segundo plano.
O que gera suspeita é o timing com os quais os problemas de saúde do capitão acontecem, sempre surgindo como cortina de fumaça em escândalos envolvendo Jair.
É de causar surpresa, também, o pouco que Bolsonaro faz para cuidar dos seus problemas de saúde (levando em conta que sejam mesmo verdadeiros todos eles). É camarão não mastigado, coca cola no café da manhã, pizza em calçada.
De tanto passar mal em horas oportunas, quase ninguém acredita mais na gravidade e até mesmo veracidade dos seus problemas de saúde.
Feliphe Rojas
PB Agora
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