Categorias: Política

CMCG vai realizar nova audiência pública para debater sobre o fim do racionamento

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 A Câmara Municipal de Campina Grande aprovou por unanimidade, na manhã dessa terça-feira (16), um requerimento de autoria da presidente Ivonete Ludgério (PSD) solicitando uma audiência pública para debater sobre a questão hídrica no em Campina Grande e região. Entidades como Agência Nacional das Águas (ANA), Ministério Público e AESA, entre outras, irão discutir sobre o fim do racionamento proposto para o dia 26 de agosto. A audiência acontece na próxima terça-feira (22).

A matéria foi subscrita pelos vereadores Rui da Ceasa (PSDC) e Alexandre do Sindicato (PHS). Essa será a segunda audiência pública, em menos de dois meses, tratando sobre o tema. Mais uma vez, a população campinense está sendo convidada para participar do debate. A questão hídrica no município ainda é motivo de preocupação para os parlamentares da Casa de Félix Araújo. Apesar da transposição das águas do Rio São Francisco já está funcionando desde o mês de março, o risco de uma crise hídrica ainda é iminente.

A vereadora Ivonete Ludgério foi recebida em audiência na Agência Nacional das Águas, em Brasília, na semana passada. Segundo ela, o fim do racionamento para esse mês é uma medida precipitada, conforme especialistas da área alertaram, uma vez que o Açude Epitácio Pessoa (Boqueirão) se encontra com apenas 8% da sua capacidade, enquanto a vazão da transposição continua baixa.

A presidente do Legislativo campinense lembrou que o Ministério da Integração Nacional anunciou que a obra do eixo leste ainda está em fase de pré-operação e serão realizados ajustes e reparos nos canais e estações elevatórias até que tudo funcione corretamente. Isso poderá acarretar numa paralisação do abastecimento por meses.

“Vamos convidar todos os órgãos responsáveis para debater sobre essa questão com a população campinense. É importante para nossa cidade e toda região saber o risco que corremos com uma possível crise hídrica e que medidas serão tomadas. O certo é que ainda não temos segurança hídrica para decretar o fim do racionamento”, comentou. Segundo ela, é necessário que a sociedade civil esteja ciente dos riscos e medidas a serem tomadas pelas entidades para evitar que a cidade vivencie uma nova adversidade hídrica.

O requerimento Nº 2.740 solicita a presença do Ministério Público, Ministério da Integração, ANA, AESA, CAGEPA, DNOCS, Associação Comercial, CDL, e demais organizações representativas. Na ocasião também será apresentado um relatório técnico pelo superintendente da ANA, Rodrigo Flecha, sobre a real situação de todo o sistema hídrico da região.

Assessoria de Comunicação

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