Muitos partidos tem adotado a prática de mudar suas denominações, alguns por escândalos, outros para dar uma nova cara a sua sigla. Para o cientista político Ítalo Fittipaldi, a troca não acarreta em nenhuma implicação eleitoral e que, em sua opinião, não muda nada.
“A mudança de nome serve para talvez acomodar algum interesse muito particular que não tem nada a ver com a estratégia de campanha ou de plataforma política. Me parece uma questão de conveniência para abrir brecha para mudanças de filiações, tipo um jogo de dança das cadeiras. Não tem nada com questão de ideologia, mais com burocracia dos próprios partidos”, explicou o especialista.
Apesar de reconhecerem que a mudança poderá ajudar nas urnas durante as eleições, muitos presidentes de partidos não confirmam que a troca é focada no pleito.
Redação








