Dar aos mais carentes o direito a uma saúde digna e de qualidade, com médicos e acesso a medicamentos. Esta foi uma das propostas destacadas por Cícero Lucena (PSDB) em entrevista a uma emissora de de João Pessoa, na tarde desta sexta-feira (21).
O candidato da Coligação Por Amor a João Pessoa, Sempre, respondeu perguntas dos ouvintes e reafirmou seu compromisso em resolver problemas relacionados à mobilidade urbana, à educação e à infraestrutura da Capital, e disse que João Pessoa apresenta, hoje, problemas diferentes dos que ele enfrentou quando foi prefeito.
“As demandas de anos atrás eram diferentes das de hoje. Eu quero ser prefeito de João Pessoa porque o que há de mais importante numa cidade são as pessoas. Eu preciso retornar à Prefeitura para retomar a saúde de forma humanizada, para que o fardamento volte a ser entregue, para que a merenda tenha a qualidade de antes”, afirmou Cícero.
Educação: Cícero disse que, ao assumir a Prefeitura, em 1997, havia 27 mil alunos matriculados na rede municipal de ensino e que, ao deixar a administração de João Pessoa em 2004, o número havia saltado para 74 mil.
O candidato do PSDB lembrou ainda que criou o PCCR e estimulou o aperfeiçoamento dos professores. Ele também destacou projetos que criaram as bases para uma educação em tempo integral, como a implantação de laboratórios de informáticas nas escolas municipais; o projeto Campeões do Amanhã, que incentivava a prática de várias modalidades esportivas; o projeto que levou alunos paraibanos para a Escola do Teatro Bolshoi, em Joinville (SC); e a parceria com a Escola Técnica para a oferta de cursos profissionalizantes.
Cícero destacou ainda os projetos que vão revolucionar a educação na Capital, como o ensino em tempo integral, a internet rápida nas escolas e a oferta de tablets para alunos e professores. Ele garantiu ainda aumentar o número de creches.
Saúde: Perguntado sobre o fechamento da Maternidade Santa Maria e sobre a situação em que hoje se encontra o Hospital Santa Isabel, Cícero falou sobre o seu compromisso em humanizar a saúde e implantar um modelo de gestão eficiente, que agilize e descentralize o atendimento, oferecendo novos serviços em cada localidade, como exames básicos nas unidades do PSF.
“A atual administração da Prefeitura diz que tem o orçamento democrático, mas quem você já viu participando de uma plenária para dizer para fechar a Maternidade Santa Maria? É injustificável você fechar leitos públicos. Isso é descompromisso, é não ter preocupação com a saúde”, declarou Cícero, que também criticou a escolha do bairro de Manaíra, onde a maioria de população tem plano de saúde, para receber a primeira UPA da cidade.
Para melhorar o atendimento oferecido pelos PSFs, Cícero propõe regularizar a situação dos agentes de saúde e criar a carreira funcional do PSF. Ele vai reestruturar os Distritos Sanitários, que aumentarão de cinco para seis e serão dotados de UPA, de equipes de PSF e do Samu, Farmácia Popular, de Caps e de centros de especialidades médicas, odontológicas e de reabilitação e fisioterapia.
Cícero ainda lembrou que, quando prefeito, implantou 180 PSFs, criou o programa de entrega de remédios em casa, que beneficiou mais de 25 mil pessoas, reabriu o Hospital Santa Isabel e fez lá a primeira cirurgia bariátrica pelo SUS, no Brasil.
“Joao Pessoa já foi campeã em transplantes de rins e esse ano ainda não foi feito nenhum”, denunciou Cícero, acrescentando que um prefeito tem que ter alma e coração para ajudar quem mais precisa.
Mercados públicos: Cícero também apresentou soluções para os problemas dos mercados públicos de João Pessoa, como a falta de infraestrutura, a sujeira e a insegurança.
Ele propõe urbanizar estes espaços e implantar iluminação eficiente e um sistema de monitoramento através de câmeras.
Investimentos em transporte: Sobre o transporte público da Capital, Cícero deu como exemplos da falta de planejamento a má qualidade dos serviços oferecidos à população do Gervásio Maia e do Bairro das Indústrias. Segundo ele, o setor não recebeu investimentos que acompanhassem o ritmo de crescimento da cidade, o que resultou no aumento do tempo de espera pelos coletivos e do tempo de deslocamento, em desconforto para os usuários e no aumento do valor da passagem.
Ascom
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