O senador Roberto Cavalcanti (PRB) saiu nesta segunda-feira (20) em defesa do presidente Lula no plenário do Senado Federal. Diante das acusações da oposicionista Marisa Serrano (PSDB-MS), de que o presidente estaria atentando contra a liberdade de imprensa, o parlamentar assegurou que o comportamento – e a trajetória do presidente Lula – não sinalizam intenção de cercear a mídia. E ilustrou, para a sul-matogrossense, sua experiência particular com governo que tenta calar a imprensa:
“Sofremos com a tragédia que foi o assassinato do meu primo e sócio Paulo Brandão, metralhado por militares a serviço da Casa Militar de um governo contrariado justamente porque o Sistema Correio revelava esquemas desenfreados de corrupção”, contou Cavalcanti.
O parlamentar disse ainda que o País corre risco zero de adotar um perfil “venezuelano”.
“O Brasil amadureceu muito desde a abertura política, conquistamos a consciência da liberdade”, garantiu Cavalcanti.
Para o senador paraibano, a declaração de Lula, de que a eleição de Dilma Rousseff não derrotaria só os tucanos, mas “alguns jornais e revistas que se comportam como partido político”, devem ser interpretados como acirramento de campanha política.
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