A divulgação de mais uma pesquisa eleitoral apontando o crescimento do candidato do PSDB, Aécio Neves, na disputa presidencial, empolgou o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que em entrevista nesta sexta-feira (09), já deu como certa a realização de um segundo turno entre o tucano e a candidata á reeleição Dilma Rousseff, do PT nas eleições estaduais deste ano.
Segundo o parlamentar paraibano, o cenário da disputa deste ano será diferente da 2010, quando um candidato de São Paulo, José Serra encabeçou a chapa na disputa presidencial. Ele explica que com as mudanças de nomes e com o ingresso de Eduardo Campos (PSB) na disputa, Dilma não repetirá a vitória que teve nos estados de Pernambuco e de Minas Gerais.
“As pesquisas só confirmam o que nós já imaginávamos. Eu sempre disse que haverá segundo turno, eu tenho essa convicção e com essa candidatura de Aécio, a candidata do PT vai perder em Minas Gerais, que é a terra do senador Aécio e também em Pernambuco, o que é normal que Eduardo Campos saia vitorioso, ou seja, em dois estados onde Dilma tinha vencido em 2010, ela passa a perder em 2014”, argumentou.
Na equação, segundo Cássio, Dilma terá dificuldades de desempenho em pelo menos seis grandes estados, que juntos formam 60% do eleitorado do país. “Em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná o PSDB sempre teve um bom desempenho, e agora com Minas Gerais tendo um filho seu na disputa e Pernambuco também, a situação da petista se afunila e o segundo turno é inevitável”, disse.
VICE DO NORDESTE X CHAPA CAFÉ COM LEITE
Ainda segundo Cássio, nas regiões Norte e Nordeste a tendência é que os candidatos do PSDB e do PSB também cresçam. No caso do PSDB, uma das estratégias para conquistar esses apoios é a indicação de um vice da região. Entre os cotados estão Tasso Jereissati (PSDB-CE), José Agripino (DEM-RN) e o Paulinho da Força Sindical (Solidariedade-SP).
“O PSDB tem duas alternativas, ou faz uma chapa café com leite com um vice de São Paulo ou com alguém do Nordeste, que pode ser o ex- governador do Ceará, Tasso Jereissati (PSDB), ou o senador José Agripino, do DEM do Rio Grande do Norte, ou até mesmo o Paulino da Força Sindical, que é deputado federal por São Paulo e presidente nacional do partido da Solidariedade”, revelou.
Márcia Dias
PB Agora
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