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Cássio diz que oposição está integrada

Cássio diz que oposição está integrada e vai apresentar nova forma de fazer política na PB

O ex-governador disse ainda que a missão de mudar a Paraíba não pode ser atribuída a apenas um homem “é missão de toda a sociedade paraibana”

“Está na hora de desfraldar um novo instante para o futuro da Paraíba”. Com estas palavras o candidato ao Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB) iniciou a sua fala na convenção que homologou o nome do presidente estadual do PSB, Ricardo Coutinho como candidato a governador da Paraíba nas eleições que se avizinham.

Cássio destacou a situação privilegiada da oposição que “chegou coesa e integrada num só projeto que tem como principal objetivo eleger Ricardo Coutinho para governador e instalar uma nova maneira de fazer política na Paraíba onde as práticas vinculadas ao atraso que lembra a política dos anos 30 sejam enfim encerradas”.

O ex-governador disse ainda que a missão de mudar a Paraíba não pode ser atribuída a apenas um homem “é missão de toda a sociedade paraibana” que a partir do próximo ano dará um salto de desenvolvimento onde as relações políticas serão melhoradas juntamente com mais justiça social através das melhorias dos índices de educação, saúde e segurança pública.

O candidato ao Senado fez questão de mostrar que a aliança construída em torno do nome de Ricardo foi promovida nas bases sólidas do diálogo e do entendimento. Ele destacou o nome de Rômulo Gouveia na condição de vice governador e fez questão de lembrar a origem política dele, iniciada junto aos movimentos populares de Campina Grande, tendo sido um destacado vereador, deputado estadual e deputado federal.

O tucano registrou o espírito democrático das lideranças partidárias a exemplo de Damião Feliciano e Enivaldo Ribeiro, que abriram mão “da justa reivindicação” de ocuparem cargos na chapa majoritária, mas eles perceberam que Rômulo conseguiria unir mais todos os partidos desta grande aliança partidária.

Por fim, Cássio lembrou que a Paraíba derrotou em 2002 e em 2006 o projeto representado pelo atual governador do Estado e que em 2010 vai ratificar a rejeição ao modelo que representa o atraso e a perseguição.

Assessoria

 

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