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Cássio critica “quê de velha política” após confusão gerada por conversas com Vené e cita relação respeitosa entre famílias

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O ex-senador Cássio Cunha Lima (PSDB) criticou a celeuma que foi gerada após a divulgação de que ele mantém conversas com o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), que é aliado do governador João Azevêdo (Cidadania). Cássio, que é apoiador da candidatura de Romero Rodrigues (PSD), pela oposição, classificou a situação como um “quê de política velha”.

“Um quê de política velha quando você não compreende que, mesmo adversários, você pode estabelecer uma relação respeitosa e civilizada com quem não pensa da mesma forma que você”, afirmou na coletiva de imprensa da última quinta-feira (29), quando o PSDB anunciou o apoio formal à pré-candidatura de Romero.

Cássio lembrou que a relação “civilizada e respeitosa” de sua família com a de Veneziano remonta ao tempo em que Vital do Rêgo e Ronaldo Cunha Lima, seu pai, disputavam a Prefeitura de Campina Grande.

“A minha relação civilizada e respeitosa começa já antes mesmo de Vitalzinho, começa com o pai deles, Vital do Rêgo, que foi nosso adversário histórico em Campina Grande, disputou por duas vezes a Prefeitura de Campina, ambos sempre se respeitavam. Dois tribunos, oradores, advogados, intelectuais que tinham embate na política, mas fora o embate da eleição, tinha uma relação muito respeitosa, de admiração recíproca. Quantas vezes eu vi os dois se cumprimentando com o beijo na face”, recordou.

O tucano lembrou, ainda, que Vital do Rêgo foi seu secretário no período em que governou o estado e que ele, enquanto senador, votou favoravelmente à nomeação de Vitalzinho para ser ministro do TCU.

“Eu tive a honra de ter Vital do Rêgo como meu secretário no Governo do Estado. Então não é de se espantar, não há que ter qualquer tipo de estranheza uma relação civilizada. Começou com Vital, o patriarca, seguiu com o senador e ministro [do TCU] Vitalzinho, não só votei pela aprovação dele no Senado como encaminhei favoravelmente porque o plenário do Senado sabia que éramos adversários na Paraíba e eu sabia que a minha palavra tinha peso naquele instante, e hoje estabeleço com o senador Veneziano uma relação muito respeitosa. Acima de tudo, ele é um fidalgo. É um homem educado, de fino trato”, finalizou.

PB Agora

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