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Carta lida por advogado de Dilma teria sido escrita por marqueteiro preso

Cássio diz que carta lida por advogado de Dilma teria sido escrita por marqueteiro preso

O advogado da presidente afastada Dilma Rousseff (PT), o ex-ministro José Eduardo Cardozo, leu ontem (6) na Comissão do Impeachment do Senado a carta enviada pela petista que, em sua defesa, diz ser vítima de uma “farsa” jurídica e política que resultou no seu afastamento do cargo. Segundo o portal Diário do Poder na coluna do jornalista Cláudio Humberto desta quinta-feira (07), para o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), quem escreveu a carta foi o marqueteiro dela João Santana que está preso na cadeia, acusado de corrupção pela operação Lava Jato.

 

Dilma decidiu não comparecer à sessão destinada à sua defesa no processo de impeachment para responder a questionamentos. Segundo o portal de repercussão nacional ontem durante mais uma reunião Comissão Especial do Impeachment, o opositores de Dilma, como Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Simone Tebet (PMDB-MS), souberam que a carta dela, lida na comissão do impeachment, foi redigida na cadeia pelo marqueteiro João Santana.

 

Os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Simone Tebet (PMDB-MS) avaliaram que o texto atribuído a Dilma usou “termos diferentes dos habituais.” Não parecia dela, nem do seu advogado. Cássio Cunha Lima (PB), afirma que não houve novidade, retórica pura.

“A leitura da carta é uma peça de propaganda política. Não trouxe nada de novo. Ela não veio à comissão porque não conseguiria se explicar. Dilma cometeu a maior fraude fiscal do país quando fez empréstimos fraudulentos. Retórica pura. Se ela é honesta ou não outras instâncias do poder judiciário irão dizer isso. Estamos aqui para julgar os decretos e as pedaladas. Dilma é autora intelectual das pedaladas e não iria deixar a sua digital”.

 

Previsão – Se a Comissão Especial do Impeachment aprovar o relatório da fase de pronúncia do processo contra a presidente afastada Dilma Rousseff até o fim da primeira semana de agosto. O Plenário poderá examinar o texto no dia 9 de agosto, terça-feira. A informação foi dada nesta quarta-feira (6) pelo presidente do Senado Renan Calheiros, ao final da sessão plenária.

 

Redação

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