O jeito de fazer campanha política vai mudar nas eleições municipais de 2020 e nas estaduais e para presidente em 2022. O desempenho de alguns candidatos no pleito passado mostra que posicionamentos quase diários e manifestações nas redes sociais a longo prazo asseguraram maior consolidação em relação a postulantes que apostaram em candidaturas a curto prazo no modelo tradicional. Questionado sobre essas mudanças o deputado federal Wilson Santiago, presidente do PTB na Paraíba, afirmou que hoje o que mais incomoda os dirigentes partidários é a decisão do Congresso Nacional no ano passado, que a partir das eleições do próximo ano não existirá mais coligações nas eleições para proporcional, ou seja, para o cargo de vereadores.

“Portanto, cada partido terá que construir os seus candidatos, e com isso, sozinho, para coligação proporcional, gerando uma certa acomodação nos partidos no sentido de somar a maior quantidade de candidatos com viabilidade de ir para a eleição, e com isso irá desfalcar outros partidos”, disse Wilson.

Ao observar essa temática, o deputado federal lembrou que como a Paraíba tem 223 municípios, tem partidos que nacionalmente são fracos, mas que em determinada cidade é forte contando com prefeitos, vereadores e lideranças e nesse ponto enfraquecem os partidos maiores.

 

Redação

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