O ano de 2011 parece não ter sido muito bom para o deputado federal Manoel Júnior (PMDB) que coleciona o titulo de ser o integrante da bancada que mais se envolveu em ‘confusão’ com os seus colegas de Câmara Federal, se não bastasse o imbróglio envolvendo o deputado Luis Couto (PT). Júnior provocou a ira de outro ‘colega’ o deputado federal Benjamin Maranhão (PMDB) que saiu em defesa do seu tio o ex-governador José Maranhão (PMDB) e chamou o ex-prefeito de Pedras de Fogo de ‘ingrato’.
Ao PB Agora, Benjamin se mostrpu irritado com as criticas feitas por Manoel Júnior, que disse na imprensa que o PMDB de João Pessoa precisa de uma “oxigenação”, sem medir as palavras o sobrinho de Zé partiu para o ataque.
“A ingratidão é uma coisa muito feia, talvez se Maranhão estivesse no Governo do Estado ou na presidência da Comissão de Orçamento, como foi no passado, não haveriam criticas como essa e cabe a cada um ser juiz daquilo que diz. Sendo cabível a procura da linha da ética para não analisar as coisas do presente”, detonou.
No entendimento de ‘Benjinha’ o passado e os serviços prestados de Zé pela Paraíba precisam ser respeitados.
“Pelo apoio, a correção para não se comentam injustiças, procuro agir com justiça e equilíbrio, principalmente com aqueles que me ajudaram no passado”, recomendou.
RETRATAÇÃO: Benjamin evitou comentar sobre a possibilidade de um pedido de desculpas feito por Manoel Júnior.
“O principal prejudicado é ele com isso! Não tem sentido isso! Analiso as coisas como são, somos oposição ao Governo do Estado e a Prefeitura de João Pessoa e não é correto ficarmos brigando dentro do partido”, desabafou.
A semana foi marcada por uma intensa de troca de ironias e acusações envolvendo o ex-governador José Maranhão e o deputado federal Manoel Júnior, tudo em face da intenção de ambos em disputar no próximo ano o pleito eleitoral na sucessão do prefeito de João Pessoa Luciano Agra.
No entendimento de José Maranhão, uma pesquisa quantitativa precisa ser feita, tese repelida pelo deputado Manoel Júnior que entende uma pesquisa qualitativa deve ser realizada, levando-se em conta a rejeição dos candidatos.
O presidente do PMDB Antonio Sousa afirmou em entrevista ao PB Agora, que o partido irá encomendar uma pesquisa quantitativa, deixando de lado o argumento defendido por Manoel Júnior.
Henrique Lima
PB Agora
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