CONTRA MÃO: após negativa sobre gastos na granja, auxiliar de RC insinua possibilidade de ‘ressuscitar’ polêmico cartão corporativo no Governo da PB
O Secretário Chefe do Governo do Estado (antiga Casa Civil) Adriano Galdino (PSB) tentou, nesta quarta-feira (05), ‘apagar o incêndio’ envolvendo as denúncias de irregularidades nos gastos da Granja Santana e do Palácio da Redenção por parte do governador Ricardo Coutinho (PSB) e da primeira-dama Pâmela Bório, mas acabou colocando mais lenha na fogueira ao ressuscitar a prática do uso de um cartão corporativo como solução para os gastos do governador.
“Alguns Estados inclusive a União usa o cartão corporativo para despesas pessoais do governador”, destacou o Secretário Chefe do Governo do Estado.
Essa ferramenta, no entanto, já foi alvo de vários escândalos, inclusive no âmbito federal e vem sendo banida de vários órgãos públicos, justamente por não ter uma fiscalização mais incisiva por parte das autoridades competentes.
Sobre as denúncias envolvendo os supostos gastos irregulares da Granja Santana com artigos de luxo, Galdino disse que as acusações não são fatos e sim factoides plantados pela oposição para prejudicar o Governo.
“É factoide as denúncias feitas pela oposição e a própria investigação do TCE quanto aos gastos por parte da primeira dama na Granja Santana”, rebateu.
Ainda segundo Galdino ‘o governador Ricardo Coutinho, mostrando mais uma vez transparência e que não tem nada para esconder optou por fazer empenho por empenho, pagamento por pagamento e isso mostra que o socialista é um governador que não tem absolutamente nada a esconder da sociedade paraibana’, defendeu.
Sem querer polemizar o escândalo, Galdino encerrou o assunto e alertou que os paraibanos devem estar atentos para a seca e não para os gastos do governador e da primeira dama.
“Tem que se fazer a discussão sobre a seca, aí vem a oposição com essa mesma mesquinharia, buscando coisas pequenas para trazer pra mídia, para o debate”, lamentou.
Mesmo tentando desconversar sobre o assunto do suposto mau uso do dinheiro público, o Secretário ainda foi instigado a dar a opinião sobre os gastos com sais e espumas de banho e se ‘aquilo’ era realmente necessário.
Galdino tentou se evadir da indagação, voltou a defender o Governo.
“Talvez você não saiba, mas espuma de banho é sabonete, eu uso, você deve usar e qualquer outro usa sabonete, eu não vejo nada demais alguém comprar sabonete para se usar no banho pois é produto usado por todas as famílias”, encerrou.
O Secretário não comentou sobre os gastos de produtos tidos como requintados terem obedecido, aparentemente, o gosto pessoal da primeira dama do estado em vez de ter obedecido ao princípio da impessoalidade.
PB Agora
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