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Após tachar sobrinho de traidor Maranhão também admite união com RC

 A política na Paraíba está igual a frase: ‘tudo pode acontecer’. Depois de acusar o sobrinho, o deputado federal Benjamin Maranhão (SDD) de traidor por se aliar com o governador Ricardo Coutinho (PSB), agora é o próprio José Maranhão, presidente do PMDB, quem pode acenar para uma possível aliança do PSB com PMDB, caso o PSDB, do senador Cássio Cunha Lima quebre a aliança com o Governo.

A alcunha de traidor, dada pelo tio, provocou inclusive a reação de Benjamim Maranhão, que, em nota enviada a imprensa se manifestou da seguinte forma.

“Benjamin Maranhão afirma que não aceita a alcunha de traidor imputada por alguém a quem sempre defendeu e que lealdade não pode ser confundida com subserviência. O parlamentar entende que divergências fazem parte de um processo democrático e não podem ser confundidas com traição, pois, em outras ocasiões, parlamentares peemedebistas se opuseram a José Maranhão, inclusive na última eleição para presidente do PMDB, e não foram tratados como traidores”

Se a reconcialiação acontecesse, essa não seria a primeira vez que PMDB e PSB marchariam juntos, já que foram aliados em 2002, 2006 e 2008, porém, como agora são água e óleo, o fato é no mínimo, uma informação nova. 

"Dentro do quadro atual somos oposição ao Governo e assim será a nossa chapa encabeçada pelo pré-candidato Veneziano Vital do Rego (PMDB). Daqui adiante muitas coisas podem acontecer. Dificilmente vamos abrir mão da cabeça de chapa. Mas de qualquer maneira, não podemos nos fechar para conversar com nenhum partido", disse

 Em entrevista concedida ao Programa Correio Debate, na 98 FM, o ‘mestre de obras’ não só admitiu a aproximação do socialista, como também estabeleceu algumas condições para que essa união pudesse ser concretizada, tais como: a cabeça da chapa para o PMDB, a aprovação da proposta pela maioria do partido e ainda o aval do pré-candidato Veneziano Vital.

"Se existisse essa possibilidade de uma aliança com o PSB, seria com Veneziano na cabeça de chapa, no entanto teriamos que consultar o partido e o próprio pré-candidato. Ricardo teria que abrir mão da reeleição", disse.

 

 

Vanessa de Melo/ Márcia Dias

PB Agora

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