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Após formalizar apoio a Galdino em CG, PT agora quer indicar o vice

As divergências do Partido dos Trabalhadores de Campina Grande foram temporariamente suspensas. As duas alas lideradas pelo ex vereador Peron Japiassú e Hermano Nepomuceno resolveram se unir em defesa da candidatura do deputado Adriano Galdino (PSB) a prefeito da cidade. 

 Em solenidade ocorrida no final da tarde desta quarta-feira, na sede da Associação Campinense de Imprensa – ACI, , o deputado e prefeitável Adriano Galdino

– Tenha a certeza, Adriano, de que a militância do PT vai trabalhar por sua candidatura, inclusive os que votaram (no encontro municipal, no dia anterior) pelo lançamento de candidatura própria a prefeito – garantiu a militante petista Socorro Ramalho.

 

Em pronunciamento, Adriano disse que era uma honra receber o apoio do PT”, elencando em seguida algumas conquistas sociais das gestões do ex-presidente Lula e da presidente (afastada) Dilma Rousseff.

 

Só que o apoio ao socialista não virá de graça, mas tem algumas condições.  O partido quer indicar o vice na chapa a ser encabeçada por Adriano Galdino.

No começo desta semana com folgada maioria (55 a 10), o PT campinense estancou ontem a possibilidade de ter candidatura própria a prefeito nas eleições deste ano.

A corrente majoritária propugnou que a conjuntura política e eleitoral é desfavorável para o PT e que é preciso “a preservação das alianças políticas com os agrupamentos partidários e atores políticos que se posicionaram claramente contra o golpe (afastamento de Dilma), e que não resvalaram para a traição ao próprio governo que integraram”.

 

“A conjuntura adversa – segue a Resolução do PT/CG – recomenda evitar o isolamento político e trabalhar possibilidades de táticas eleitorais que favoreçam a reacumulação de nossas forças”.

O documento petista sublinha que em Campina, no pleito deste ano, “nos deparamos com um quadro extremamente estreito de possibilidades de alianças eleitorais”, frisando que a legenda não dispõe sequer de um vereador na atual legislatura da Câmara Municipal.

A Resolução petista delega ao diretório municipal a missão de encaminhar as definições no tocante à eleição proporcional, na perspectiva de se viabilizar “uma coligação que nos garanta um mínimo de competitividade”.

 

PBAgora

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