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ALPB discute adoção em sessão especial

 A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), através da Frente Parlamentar
em Defesa da Adoção de Criança e Adolescente, realizou uma audiência
pública nesta terça-feira (21). Durante a reunião, que debateu sobre o
processo de adoção no Estado, ficou definido a realização de audiências
regionais com o objetivo de disseminar os benefícios do processo para
adoção.

O evento enfatizou o trabalho pelo Grupo de Estudos e Apoio à Adoção de
João Pessoa (GEAD-JP). A deputada Gilma Germano (PPS), autora da proposta e
presidente da Frente Parlamentar, afirmou que o objetivo também foi
divulgar a importância da adoção para todos.

"Queremos expandir o trabalho do GEAD para todo o Estado para mostrar o que
eles têm realizado no que diz respeito a adoção. Essa é uma causa que a
Frente Parlamentar da ALPB quer ‘abraçar’ e por isso pretendemos realizar
mais audiências em vários municípios na tentativa de encontrar famílias
para as crianças e adolescentes que necessitam", disse a deputada.

A presidente do GEAD, Lenilde Cordeiro, destacou as dificuldades que o
Grupo tem para encontrar o perfil ideal para as crianças que aguardam pela
adoção. "Infelizmente nós temos muitos casais inscritos, mas que não se
encaixam com os perfis das nossas crianças, pois elas são maiores e algumas
pertencem a grupos de irmãos. Então, eles não querem adotar meninos que não
sejam bebês e não sejam da sua cor de pele. A nossa luta é para que esse
tipo de problema seja desmistificado", destacou Lenilde.

Segundo o Grupo de Apoio, em João Pessoa 27 crianças e adolescentes estão
inscritos no Cadastro Nacional da Adoção e 15 serão encaminhadas para o
cadastramento. Porém todas se encontram fora do perfil exigido pelas
famílias.

A juíza auxiliar da 1ª Vara da Infância e Juventude, Aylzia Fabiana,
ressaltou como deve ser feito o processo para os pais que desejam adotar um
filho. "Os interessados devem procurar a Vara da Infância e Juventude,
entrar com um processo de habilitação e passar pelo procedimento, inclusive
fazendo cursos para adoção, além de traçar o perfil da criança
ou adolescente que desejam adotar. O processo completo dura em média um
ano", explicou a juíza.

 

Ascom

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